Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    O que Galípolo falou na reunião com Lula e ministros sobre tarifaço

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    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, participou da reunião de Lula com ministros do governo na noite do domingo (13/7), em Brasília, para discutir o tarifaço imposto por Donald Trump a produtois brasileiros.

    Galópolo não só ouviu, como falou durante o encontro, que ocorreu no Palácio da Alvorada. Segundo relatos feitos por ministros à coluna sob reserva, o chefe do BC fez uma análise do impacto do tarifaço sobre o câmbio.

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    Lula e o presidente do Banco Central

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    Lula e Trump

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    O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o presidente dos EUA, Donald Trump, em montagem

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    Lula e Galipolo

    Reprodução/Instagram

    O presidente do Banco Central, de acordo com relatos, afirmou que o cenário leva a um quadro de estresse cambial. Galípolo ponderou, no entanto, que o real tem resistido à pressão cambial em relação ao dólar.

    Procurado pela coluna por meio de sua assessoria de imprensa, Galípolo não respondeu. O espaço segue aberto para eventuais manifestações do chefe da autoridade monetária.

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    Lula define motes

    Na reunião com ministros e o presidente do BC no Alvorada, Lula definiu dois motes de reação do governo ao tarifaço, como noticiou a coluna. São eles: “soberania” e “economia”.

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