Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Operadora alvo da PF esteve em reunião no INSS já sob Lula

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    Apontada como uma das operadoras da “farra do INSS”, revelada pelo Metrópoles, a advogada Cecília Rodrigues Mota participou de uma reunião na Diretoria de Benefícios do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) em setembro de 2024.

    Na época, a área era comandada por Vanderlei Barbosa dos Santos, indicado ao cargo pelo governo Lula (PT) poucos meses antes, em julho daquele ano. Ele estava presente na reunião.

    A advogada é apontada como uma das operadoras do esquema de descontos indevidos porque aparece recebendo valores de associações e repassando para servidores do INSS.

    Ela teve sua entrada registrada na sede do INSS, em Brasília, às 10h46 do dia 5 de setembro de 2024. O motivo da visita ao órgão era uma reunião de entidades na Diretoria de Benefícios, setor responsável pela validação de descontos de aposentados e pensionistas, que estão sob suspeita das autoridades na operação Sem Desconto.

    A informação foi obtida pela coluna por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

    À época, o setor era comandado por Vanderlei Barbosa dos Santos, afastado do cargo depois da primeira fase da operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF), no final de abril.

    Ele ocupava o posto desde julho de 2024, indicado para substituir André Fidélis, demitido após o Metrópoles revelar o esquema de descontos irregulares.

    Segundo o registro da reunião disponibilizado à coluna, o encontro teve início às 11h e terminou às 13h30. O formato foi híbrido.

    Além de Cecília e Vanderlei, outros funcionários da Diretoria de Benefícios participaram, assim como integrantes da Dataprev e uma série de representantes de outras entidades citadas pela PF na operação Sem Desconto, como a Contag, a Cobap, a CBPA, Conafer e a Abrapps

    Cecília consta no registro da reunião como representante da Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional (AAPEN).

    Segundo o documento, a pauta da reunião era a apresentação do sistema Portal de Desconto de Mensalidade Associativa (PDMA).

    Consta ainda no registro que “diversas perguntas foram levantadas pelos participantes sobre a operacionalização do sistema, a integração com sistemas internos das entidades e a validação de dados”.

    Prédio do INSS em Brasília - MetrópolesPrédio do INSS em Brasília

    Como mostrou a coluna, Cecília é apontada como uma das operadoras do esquema. Segundo a apuração da Polícia Federal, seu escritório recebeu valores de associações investigadas e remeteu-os a pessoas jurídicas pertencentes a familiares de servidores do INSS.

    Um relatório produzido no âmbito da Operação Sem Desconto mostra a existência de “relações financeiras entre as entidades associativas e pessoas físicas e jurídicas ligadas” à advogada.

    A PF afirma que “pessoas físicas e jurídicas relacionadas a Cecília Rodrigues Mota receberam R$ 14.081.937,35 das entidades associativas e das empresas intermediárias relacionadas às entidades associativas”.

    Duas entidades são citadas por suposta ligação com Cecília: a Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional (Aapen), anteriormente denominada de Associação Brasileira dos Servidores Públicos (ABSP) e a Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (AAPB).

    A PF indica que ela foi presidente das instituições, que estão ligadas à “farra do INSS”, inclusive com inclusive com concomitância no exercício da presidência de ambas, no período de março de 2017 a fevereiro de 2020. As duas associações estão ligadas à “farra do INSS”.

    Cecília também é responsável pelo “Cecília Rodrigues Mota – Sociedade Individual de Advocacia”. Segundo a PF, além das transações que desaguaram nos servidores do INSS, “a pessoa jurídica movimentou recursos incompatíveis com seu faturamento mensal de microempresa”.

    A corporação também narra que a Rodrigues & Lima Advogados enviou R$ 630 mil à Xavier Fonseca Consultoria, por meio de quatro TEDs, entre novembro de 2023 e abril de 2024.

    A empresa, por sua vez, é da irmã de Virgílio Antônio Filho, então procurador-geral do INSS, que foi afastado do cargo pela Operação Sem Desconto em abril.

    Outra sociedade da advogada também teria enviado R$ 520 mil para Eric Fidelis, filho de André Fidelis, ex-diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão do INSS.

    Ainda, a Highway Comércio e Serviços de Informática, outra empresa de Cecília, foi beneficiária de R$ 1,7 milhão. Foi também a remetente de outros R$ 2,8 milhões, cujo principal destino, diz a PF, foi a própria Cecília e seu escritório.

    Por fim, a corporação também aponta um “volume atípico” de viagens nacionais e internacionais realizadas por Cecília em menos de um ano. Segundo a apuração, ela viajou 33 vezes entre janeiro e novembro de 2024, incluindo destinos como Dubai, Paris e Lisboa. Em 2023, Cecília viajou oito vezes.

    Defesa

    A coluna entrou em contato com a defesa de Cecília Rodrigues Mota, que disse que apenas se manifestaria em juízo.

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