Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Como está hoje o programa Mais Médicos, citado por EUA em nova sanção

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    O programa Mais Médicos, lançado em 2013 para levar profissionais de saúde a regiões com carência ou ausência de atendimento, voltou ao centro das tensões graças a um novo capítulo na escalada das tensões entre Brasil e Estados Unidos. Nesta quarta-feira (13/8), o Departamento de Estado norte-americano anunciou a revogação de vistos e a imposição de restrições a ex-integrantes do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) por suposta cumplicidade com o regime cubano no âmbito da iniciativa.

    Idealizado no governo Dilma Rousseff (PT) e tendo Alexandre Padilha como ministro da Saúde, o Mais Médicos chegou a contar, em 2015, com 18,1 mil profissionais, sendo 60% vindos de Cuba.

    Os cubanos chegavam ao Brasil por meio de convênio com a Opas, que intermediava os pagamentos. Parte do valor repassado pelo Brasil era retida pelo governo de Havana, que, segundo Washington, explorava os médicos em um esquema de trabalho forçado.

    O comunicado norte-americano, assinado pelo secretário de Estado Marco Rubio — filho de imigrantes cubanos —, citou nominalmente Mozart Júlio Tabosa Sales e Alberto Kleiman.

    Sales, atual secretário de Atenção Especializada à Saúde, participou da elaboração do programa em 2013, e Kleiman, então chefe de relações internacionais do Ministério, hoje atua na organização da COP30, que será sediada em Belém.

    Em 2018, após críticas à remuneração dos cubanos e exigências como a validação de diplomas via Revalida, Cuba rompeu o convênio e retirou seus profissionais do Brasil.

    No ano seguinte, o governo Jair Bolsonaro (PL) criou o Médicos pelo Brasil, priorizando profissionais brasileiros. Em 2023, Lula retomou a marca “Mais Médicos para o Brasil”, desta vez com foco em médicos formados no país, mas mantendo ambos os programas ativos.

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    Mais de 20mil profissionais em campo

    Segundo dados oficiais, o Mais Médicos e o Médicos pelo Brasil somam atualmente 25.337 profissionais em atuação, com prioridade para municípios vulneráveis, comunidades indígenas, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua.

    As sanções citando o Mais Médicos se somam a outras medidas recentes dos EUA contra o Brasil, incluindo a revogação do visto do ministro do STF Alexandre de Moraes, tarifas de 50% sobre produtos brasileiros e investigações comerciais.

    A escalada é atribuída a questões que vão desde as acusações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe até disputas econômicas e tecnológicas.

    O programa continua sendo uma das principais políticas para suprir a carência de profissionais de saúde em regiões remotas ou vulneráveis do Brasil.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Mais Médicos está presente em mais de 4 mil municípios e mantém 108 vagas específicas para os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), reforçando o atendimento em territórios onde a presença de médicos é historicamente limitada.

    O programa aceita profissionais brasileiros com registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) ou diploma revalidado no país, brasileiros formados no exterior e médicos estrangeiros habilitados fora do Brasil, sem a exigência de revalidação.

    Já o Médicos pelo Brasil prioriza a contratação de médicos brasileiros, com vínculo direto via Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps).

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