Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Defesa de Garnier diz que provas são insuficientes e pede absolvição

Por

A defesa do ex-comandante da Marinha, almirante Almir Garnier Santos, apresentou nessa quarta-feira (13/8) as razões finais ao Supremo Tribunal Federal (STF) referentes à ação que trata da suposta tentativa de golpe em 2022. No texto, é sustentada a hipótese de que as provas são insuficientes contra o réu e que a delação do ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tenente-coronel Mauro Cid, apresenta contradições. Esses e outros argumentos são utilizados pela defesa para afirmar que Garnier deve ser absolvido no processo.

O prazo para a entrega das alegações finais encerrou às 23h59 dessa quarta. A equipe do advogado de Garnier, Demóstenes Torres, deixou o procedimento para os últimos minutos. Garnier é um dos oito réus do núcleo 1, também chamado de núcleo crucial, na ação penal que investiga a suposta trama golpista para manter Bolsonaro no poder, mesmo após a eleição vencida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Recai sobre Garnier a acusação de que ele teria apoiado a trama golpista. Em uma reunião citada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no processo, com a participação dos três comandantes das Forças Armadas, em 7 de dezembro de 2022, no Palácio do Planalto, o almirante teria tido acesso à minuta do golpe e colocado as tropas à serviço do plano. A defesa de Garnier, no entanto, afirma que as provas produzidas são insuficientes para uma condenação.

“Não foram produzidas provas que permitam, com a certeza necessária, estabelecer uma condenação penal e uma conexão direta entre o 8 de Janeiro e as condutas atribuídas aos acusados. Embora a PGR ateste existir evidências que “vinculam subjetivamente os acusados à cadeia causal dos atos de 8.1.2023″, a verdade é que a narrativa construída depende de uma presunção de que as condutas foram teleologicamente coordenadas para culminar nesse dia”, afirmam os advogados de Garnier.

Leia também

Delação de Mauro Cid

No decorrer das alegações finais, os advogados ainda tentam descredibilizar a colaboração premiada de Mauro Cid que compõe o conjunto probatório do processo, juntamente com vários outros elementos levantados pela Polícia Federal (PF). É afirmado nas razões finais que teria havido, por parte do delator, a omissão de “fatos graves”.

“Se o órgão acusador entende ter ocorrido ‘omissão de fatos graves, a adoção de uma narrativa eletiva e a ambiguidade do comportamento’, não há sentido que o referido comportamento prejudique apenas o próprio réu, ‘sem nada afetar o acervo probatório desta ação penal”, afirma a defesa de Garnier.

De agora em diante, com a apresentação das alegações finais de todos os réus do núcleo 1, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, poderá fazer solicitação para que a data do julgamento seja agendada. Todo o processo está sob responsabilidade da Primeira Turma do STF. O colegiado é composto, além de Moraes, pelos ministros: Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Réus do chamado núcleo crucial:

Alexandre Ramagem: ex-diretor da Abin, ele é acusado pela PGR de atuar na disseminação de notícias falsas sobre fraude nas eleições.

Almir Garnier Santos: ex-comandante da Marinha, ele teria apoiado a tentativa de golpe em reunião com comandantes das Forças Armadas, na qual o então ministro da Defesa apresentou minuta de decreto golpista. Segundo a PGR, o almirante teria colocado tropas da Marinha à disposição.

Anderson Torres: ex-ministro da Justiça, ele é acusado de assessorar juridicamente Bolsonaro na execução do plano golpista. Um dos principais indícios é a minuta do golpe encontrada na casa de Torres, em janeiro de 2023.

Augusto Heleno: ex-ministro do GSI, o general participou de uma live que, segundo a denúncia, propagava notícias falsas sobre o sistema eleitoral. A PF também localizou uma agenda com anotações sobre o planejamento para descredibilizar as urnas eletrônicas.

Jair Bolsonaro: ex-presidente da República, ele é apontado como líder da trama golpista. A PGR sustenta que Bolsonaro comandou o plano para se manter no poder após ser derrotado nas eleições e, por isso, responde a qualificadora de liderar o grupo.

Mauro Cid: ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator do caso. Segundo a PGR, ele participou de reuniões sobre o golpe e trocou mensagens com conteúdo relacionado ao planejamento da ação.

Paulo Sérgio Nogueira: ex-ministro da Defesa, ele teria apresentado aos comandantes militares decreto de estado de defesa, redigido por Bolsonaro. O texto previa a criação de “Comissão de Regularidade Eleitoral” e buscava anular o resultado das eleições.

Walter Souza Braga Netto: é o único réu preso entre os oito acusados do núcleo central. Ex-ministro e general da reserva, foi detido em dezembro do ano passado por suspeita de obstruir as investigações. Segundo a delação de Cid, Braga Netto teria entregado dinheiro em uma sacola de vinho para financiar acampamentos e ações que incluíam até um plano para matar o ministro Alexandre de Moraes.

Sair da versão mobile