Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    EUA: FBI faz buscas em casa de ex-conselheiro que rompeu com Trump

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    O Departamento Federal de Investigação (FBI na sigla em inglês) dos Estados Unidos realiza, nesta sexta-feira (22/8), buscas no escritório e na casa do ex-assessor e ex-conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump, John Bolton. Ele deixou o governo durante o primeiro mandato de Trump, ainda em 2019 e, desde então, tem sido um crítico assíduo do presidente.

    Segundo a CBS News, a busca está relacionada a uma investigação sobre manuseio irregular de documentos confidenciais. Apesar disso, não está claro o que motivou a investigação seis anos depois de Bolton ter deixado a Casa Branca.

    Em 2020, Bolton escreveu um livro sobre sua gestão como conselheiro de segurança nacional, “The Room Where It Happened” (A Sala Onde Aconteceu), que detalha a sua experiência, especialmente as interações com a política externa dos EUA e negociações com a Coreia do Norte. O livro é conhecido por apresentar uma visão crítica acerca do comportamento de Trump e pelas tensões e conflitos dentro da administração.

    Na época, o Departamento de Justiça chegou a abrir um inquérito criminal para apurar se Bolton havia publicado informações sigilosas, alegando que ele não havia concluído a revisão pré-publicação.

    Entre as alegações de ter colocado a segurança nacional em risco e de ter divulgado ilegalmente informações confidenciais, a investigação contra o ex-conselheiro foi encerrada no governo Biden.

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    Trump afirmou à imprensa que só tomou conhecimento das buscas desta sexta, na casa de Bolton, quando a viu na TV. Ele ainda chamou o ex-assessor de “pouco inteligente” e disse que “vamos descobrir” se ele é “um cara muito antipatriota”.

    Porta-vozes do Departamento de Justiça não responderam aos pedidos de comentário imediatos. Entretanto  o diretor do FBI, Kash Patel, que é aliado de Trump, publicou nas redes sociais: “NINGUÉM está acima da lei… agentes do FBI em missão”.

    A Procuradora-Geral dos EUA, Pam Bondi, compartilhou a publicação de Patel e acrescentou: “A segurança dos Estados Unidos não é negociável. A justiça será buscada. Sempre.”

    Até a publicação desta reportagem, Bolton não havia sido formalmente acusado de nenhum crime.

    Quem é John Bolton?

    John Bolton, que possui formação em artes e doutorado em direito pela universidade de Yale, já ocupou diversos cargos no governo americano.

    Em 1985, durante o mandato do presidente Ronald Reagan, ele assumiu o cargo de procurador-geral adjunto na Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), que em 2025, foi encerrada pelo governo Trump.

    Em 1989, quatro anos depois, ele atuou como secretário de Estado adjunto para Assuntos de Organizações Internacionais no governo Bush.

    Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, durante sua visita a Kyiv, Ucrânia

    Na década de 1990, ele integrou importantes organizações conservadoras, como o American Enterprise Institute (AEI), um dos institutos de pesquisa mais influentes dos Estados Unidos, e o Project for the New American Century (PNAC), que exerceu papel relevante na formulação da política externa americana, especialmente durante o governo de George W. Bush. Também foi membro do Comitê Nacional Republicano, principal órgão político do Partido Republicano nos EUA.

    A partir de 2001, ele ocupou o cargo de subsecretário de Estado para Controle de Armas e Assuntos de Segurança Internacional.

    Bolton também integrou a delegação dos EUA nas negociações com a Coreia do Norte, mas foi afastado em 2003 após fazer comentários depreciativos sobre o líder norte-coreano.

    Já em 2005, foi nomeado embaixador interino dos Estados Unidos nas Nações Unidas, cargo que ocupou até dezembro de 2006, quando apresentou sua renúncia.

    Em abril de 2018, Bolton voltou a atuar no governo, após o presidente Donald Trump anunciar que ele substituiria o Tenente-General H.R. McMaster como chefe do Conselho de Segurança Nacional.

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