Entre as seis pessoas presas durante a operação Tank, deflagrada nesta quinta-feira (28/8) pela Polícia Federal (PF), está um ex-policial civil. Ele é suspeito de envolvimento com o grupo que teria movimentado, desde 2019, R$ 23 bilhões em fraudes relacionadas ao setor de combustíveis.
A rede, considerada uma das maiores já identificadas no Paraná, contava com centenas de empresas de fachada, incluindo postos, distribuidoras, holdings e instituições de pagamento.
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Identificado como João Chaves Melchior, o homem foi detido em Paulínia, município localizado no interior do estado de São Paulo.
De acordo com a Polícia Federal, foram apreendidos com ele documentos, dois carros e uma motocicleta.
Além do ex-policial, outras cinco pessoas foram presas. São elas:
- Italo Belon – empresário do ramo de combustíveis.
- Rafael Belon – dono do banco digital Zeit Bank e da Tycoon Technology.
- Thiago Ramos – empresário do ramo de combustíveis.
- Rafael Renard Gineste – sócio da F2 Holding Investimentos.
- Gerson Lemes.
Outras oito pessoas tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal do Paraná em seus nomes, mas não foram localizadas durante a ação policial desta quinta (28).
Permanecem com mandado de prisão em aberto:
- Felipe Renan Jacobs.
- Renato Renard Gineste.
- Rodrigo Renard Gineste.
- Daniel Dias Lopes.
- Roberto Augusto Leme da Silva (“Beto Louco”).
- Miriam Favero Lopes.
- Mohamad Hussein Mourad.
- Celso Leite Soares.