Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Governo de Israel aprova plano de Netanyahu de ocupar a Cidade de Gaza

    Por g1

    O gabinete de segurança e assuntos políticos de Israel aprovou, nesta sexta-feira (8), o plano do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de ocupar a Cidade de Gaza. Segundo comunicado divulgado pelo gabinete, a operação do exército israelense incluirá o fornecimento de ajuda humanitária.

    O comunicado afirma ainda que a medida foi aceita porque “a maioria absoluta dos ministros do Gabinete acreditava que o plano alternativo apresentado não alcançaria a derrota do Hamas nem o retorno dos reféns”.

    Ainda de acordo com as informações divulgadas, o gabinete também aprovou cinco princípios para o fim da guerra:

    1. Desarmamento do Hamas.
    2. Retorno de todos os reféns sequestrados — tanto vivos quanto mortos.
    3. Desmilitarização da Faixa de Gaza.
    4. Controle de segurança israelense sobre a Faixa de Gaza.
    5. Estabelecimento de um governo civil alternativo que não seja nem o Hamas, nem a Autoridade Palestina.

    Netanyahu confirmou na quinta-feira, em entrevista à TV americana “Fox News” planos de ocupar a totalidade de Gaza ao final da guerra, mas disse não ter a intenção de anexar o território, e sim estabelecer um “perímetro de segurança”.

    “Nós não queremos ficar com Gaza, queremos um perímetro de segurança”, disse o premiê a repórteres em Tel Aviv nesta quinta.

    A expansão do conflito gerou críticas da comunidade internacional, além de protestos dentro de Israel e oposição do Exército ao plano. O chefe de Direitos Humanos da ONU, Volker Turk, afirmou nesta sexta-feira que o novo plano de Israel causará mais mortes e sofrimento e precisa ser “imediatamente interrompido”. Leia mais aqui.

    Hamas chamou a decisão de Israel de controlar a Cidade de Gaza de um “crime de guerra”.

    A nova investida tem o potencial de agravar ainda mais a crise humanitária em Gaza, em que palestinos enfrentam fome generalizada. Mais de 61 mil morreram no território desde o início da guerra entre Israel e Hamas, iniciada após ataque terrorista no sul de Israel, que matou mais de 1.200 israelenses e mais de 250 foram levados como reféns.

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