Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Metade das exportações vai enfrentar teto das tarifas

    Por

    Os dados do levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre o impacto do tarifaço do presidente Donald Trump ao Brasil mostram que 41,4% da pauta exportadora brasileira aos EUA, com 7.691 produtos de variados setores, estão sujeitos à tarifa combinada de 50%. Em 2024, a exportação desses bens alcançou US$ 17,5 bilhões.

    A indústria de transformação, principal segmento exportador ao mercado americano, responde por 69,9% desse valor, com 7.184 produtos afetados pelas tarifas combinadas, um total de US$ 12,3 bilhões em 2024.

    Leia também

    De acordo com o estudo da CNI, os setores com maior número de produtos exportados afetados pela sobretaxa combinada de 50% são: vestuário e acessórios (14,6%), máquinas e equipamentos (11,2%), produtos têxteis (10,4%), alimentos (9,0%), químicos (8,7%) e couro e calçados (5,7%).

    Os setores de aço, alumínio e cobre, sobretaxados pela Seção 232 do Trade Expansion Act, em que o órgão tomou como base de seu mapeamento, representam 9,3% da pauta e enfrentarão tarifa adicional de 50%.

    Combinados, esses blocos da pauta exportadora representam 50,7% das exportações brasileiras aos americanos.

    Indústria extrativa

    O mapa da CNI indica que as exportações isentas se concentram principalmente na indústria extrativa, que responde por 68,9% desses negócios, em especial petróleo leve e pesado.

    Na indústria de transformação, o setor de Coque, derivados de petróleo e biocombustíveis representam 21,5% do valor isento, sobretudo outros combustíveis automotivos e óleos combustíveis pesados (sem biodiesel).

    O restante do valor exportado isento concentra-se nos setores de Metalurgia e de Madeira.

    Isentas da sobretaxa de 40%

    A Ordem Executiva 14.323, que institui a tarifa adicional de 40%, inclui uma lista de produtos com isenção condicionada à comprovação de uso no setor de aviação civil. Em 2024, nesse recorte, as exportações brasileiras somaram US$ 2,9 bilhões, o que representa 6,9% da pauta exportadora, explica a CNI.

    “O setor de Outros equipamentos de transporte exportou 41 produtos que totalizaram US$ 1,9 bilhão em 2024. Aviões não militares entre 4,5 e 15 toneladas e acima de 15 toneladas concentraram 52,3% valor passível de isenção e têm maior probabilidade de se enquadrar na destinação para aviação civil”.

    A aplicação da isenção prevista para a aviação civil pode alterar o alcance efetivo da tarifa adicional de 40% sobre 601 produtos exportados. Caso a exceção seja aceita, 577 deles ficariam sujeitos apenas à tarifa de 10% anunciados em abril, enquanto 4 estariam isentos de ambas, avalia o órgão.

    Os setores com maior número de produtos exportados nessa condição são: máquinas e equipamentos (34,9%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (26,5%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (17,7%), produtos de borracha e de material plástico (7,2%) e outros equipamentos de transporte (7,1%).

    Medidas setoriais da Seção 232

    A análise mapeou também a parcela das exportações que pode ser impactada pelas medidas setoriais já em vigor pela Seção 232. Em 2024, essa parcela das exportações somou US$ 5,2 bilhões, o equivalente à 12,3% da pauta exportadora.

    Entre as medidas em vigor, aço e alumínio é a mais representativa, com participação de 8,7%, seguido de veículos e autopeças (3,0%) e cobre (0,6%).

    Além delas, os EUA têm ampliado o uso da Seção 232, com várias investigações em curso que podem resultar na aplicação de tarifas adicionais a setores específicos.

    Estão sendo investigados setores de aeronaves e motores, caminhões, madeira, minerais críticos, produtos farmacêuticos, semicondutores, silício policristalino e sistemas aéreos não tripulados.

    “Enquanto a investigação não for concluída, esses setores estarão sujeitos às alíquotas previstas pelas ordens executivas publicadas pelo governo americano em abril e em julho’, conclui o estudo.

    Sair da versão mobile