Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Mulher que deu golpe do “Boa noite, Cinderela” em policiais é presa

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    A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta quinta-feira (7/8), uma mulher que integrava uma organização criminosa especializada em aplicar o golpe do “Boa noite, Cinderela”. Pâmella Marinho de Jesus (foto em destaque), 26 anos, tinha dois mandados em aberto, sendo um deles de prisão preventiva e o outro, de prisão condenatória.

    Equipes da 19ª Delegacia de Polícia (Setor P Norte) localizaram a foragida em Santo Antônio do Descoberto (GO), Entorno do DF.

    O mandado de prisão preventiva, expedido pela 1ª Vara Criminal de Ceilândia, se deu em razão de Pâmella ter participado de uma quadrilha na qual a acusada seduzia e atraia frequentadores de bares da capital e utilizava medicamentos para dopá-los e subtrair seus pertences e dinheiro.

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    Pâmella e outras quatro mulheres começaram aplicar o golpe em 2018. Elas foram denunciadas pelo Ministério Público (MPDFT) por roubo qualificado, corrupção de menores e associação criminosa. Em 2022, a foragida foi condenada a 13 anos e 5 meses de prisão.

    Em uma das empreitadas, a quadrilha roubou a arma de um policial militar e vários objetos da casa dele após dopá-lo. Em outra ocasião, um policial civil também foi vítima das mulheres. Ele teve a arma levada pelo grupo depois de ser drogado em um bar de Ceilândia.

    Já o mandado de prisão por condenação transitada em julgado, com a pena de 5 anos e 4 meses de prisão, se deu em decorrência de um roubo.

    A mulher foi recolhida à carceragem da PCDF, onde permanece à disposição da Justiça.

     

     

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