O uso de suplementos, como creatina e whey protein, costuma ser associado a jovens e atletas que buscam desempenho físico. No entanto, cada vez mais estudos têm demonstrado que eles também podem trazer benefícios importantes para os idosos — especialmente no combate à perda de massa muscular, condição conhecida como sarcopenia.
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A creatina atua no fornecimento rápido de energia para as células musculares. Em idosos, sua suplementação tem se mostrado eficaz para melhorar a força e até auxiliar na preservação de funções cognitivas. Já o whey, proteína de rápida absorção derivada do soro do leite, favorece a recuperação muscular e o ganho de massa magra, especialmente quando combinado com exercícios de resistência.
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Mas a pergunta que muitos fazem é: será que esses suplementos são seguros na terceira idade?
A resposta é: de modo geral, sim — desde que usados sob orientação profissional. A creatina, por exemplo, não sobrecarrega os rins em pessoas saudáveis, embora deva haver cautela para quem já apresenta doenças renais.
O whey protein, por sua vez, pode ser introduzido conforme as necessidades nutricionais individuais, levando em conta intolerâncias alimentares e a ingestão proteica total do dia.
Em um cenário em que a expectativa de vida cresce e a busca por envelhecer com autonomia e vitalidade se torna prioridade, a suplementação pode ser uma aliada. No entanto, não existe fórmula mágica. Creatina e whey protein só atingem seu potencial quando aliados a uma rotina equilibrada, que inclui alimentação adequada, prática regular de exercícios e acompanhamento profissional.
(*) Juliana Andrade é nutricionista formada pela UnB e pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional. Escreve sobre alimentação, saúde e estilo de vida