Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Tarifaço: setor de calçados calcula risco de perda de 8 mil empregos

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    O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, afirmou, nesta quinta-feira (7/8), que cerca de 8 mil empregos diretamente ligados ao setor podem ser perdidos em decorrência da sobretaxa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    De acordo com ele, caso os impostos não sejam alterados, nos próximos 12 meses, deve haver uma queda de 9% nas exportações de calçados brasileiros. Ferreira disse, ainda, que em torno de 20 mil postos de trabalho podem ser afetados, se considerar toda a cadeia produtiva da indústria calçadista.

    “Por isso, a urgência nessa questão das medidas de contingência e trabalhar para que o setor calçadista seja incluído na lista de exceção, ou que realmente conseguisse reduzir os 50% por um valor palatável para ambos os lados”, disse Haroldo, após se reunir com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MIDC), Geraldo Alckmin, na sede do ministério, em Brasília.

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    Para o representante do setor de calçados, uma alternativa que traria menores impactos seria a manutenção da tarifa de 10% ou o aumento para 15%. De acordo com ele, isso ajudaria a manter os preços competitivos com a indústria europeia.

    Plano de contingência

    Ferreira informou, ainda, que o governo estuda a ampliação do programa Reintegra para minimizar os efeitos da sobretaxa, além de tratar sobre flexibilização trabalhista, com o objetivo de evitar demissões, e a criação de linhas de crédito subsidiadas. Segundo ele, o plano do governo deve ser anunciado nos próximos dias.

    O Reintegra é um projeto do governo federal destinado a pequenas e médias empresas exportadoras, e visa ampliar  mercados através da restituição de impostos pagos durante a cadeia produtiva.

    “Esses itens devem ser anunciados, enquanto não se consegue uma redução da alíquota dos 50% para que não ocorra demissões. Porque já está acontecendo, no nosso setor, a suspensão de pedidos e isso, em segundo momento, acarreta em demissões, caso a gente não consiga um plano de contingência, que deverá ser anunciado na próxima semana conforme o vice-presidente nos colocou”, disse.

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