Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Colômbia vê risco de guerra regional se EUA atacarem Venezuela

    Por

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse nessa segunda-feira (1/9) que uma agressão à Venezuela pode transformar a região em um cenário de conflito semelhante à Síria ou ao Iraque. A fala se dá em meio a ameaças dos Estados Unidos de envio de navios de guerra à costa da Venezuela.

    “Se houver uma agressão violenta contra a Venezuela, o que vemos na Síria e no Iraque se tornará a realidade de toda a região da Grã-Colômbia. Assassinos em massa tomarão territórios, movidos pela ganância, e os Estados se enfraquecerão como instrumentos de paz social”

    A Grã-Colômbia, território no qual Petro se refere, é composto por Colômbia, Equador, Venezuela e Panamá. Ele sinaliza que se houver intervenção estrangeira, é possível uma escalada de violência coloque em risco a América Latina. A tensão entre EUA e Venezuela têm se instensificado nas últimas semanas após Donald Trump ordenar navios com mísseis guiados com mais de 4 mil militares, justificando conter a “ameaça” de grupos narcotraficantes.

    Leia também

    A mobilização naval ficou ainda mais evidente quando a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou que Trump pretende usar “todo o poder” do país contra cartéis de drogas no continente. As ações se intensificaram após os EUA classificarem o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro como chefe do cartel de Los Soles.

    “Na grande pátria de Bolívar, não pode haver nada além da soberania nacional. Nem no Panamá, nem no Equador, nem na Colômbia, nem na Venezuela, deve haver submissão servil aos estrangeiros. A região deve coordenar, em termos de igualdade, sua política antidrogas com os estrangeiros, já que se trata de um problema de humanidade, mas em termos de igualdade, não de submissão”, declarou Petro.

    Si hay una agresión violenta contra Venezuela, lo que vemos en Siria e Irak será la realidad de toda la región grancolombiana. Asesinos de masas se adueñarán de territorios, movidos por la codicia, y los estados se debilitarán como instrumentos de paz social.

    Por eso en la…

    — Gustavo Petro (@petrogustavo) September 1, 2025

    Petro destacou, no entanto, que a ação anti-drogas deve ser realizada, mas disse não estar de acordo com “bases militares estrangeiras nos territórios da pátria de Bolívar”.

    Oito navios dos EUA no Caribe

    Segundo Maduro, oito embarcações militares dos EUA, acompanhadas de um submarino, já navegam no Caribe com 1,2 mil mísseis apontados para o território venezuelano, Em entrevista coletiva em Caracas, o líder venezuelano classificou a movimentação como “a maior ameaça à América Latina no último século” e acusou os EUA de promoverem uma incursão “criminosa e imoral”.

     “Oito navios de guerra, 1,2 mil mísseis e um submarino nuclear estão mirando a Venezuela. […] Se a Venezuela for agredida, passaria imediatamente ao período de luta armada em defesa do território nacional e da história e do povo da Venezuela”, disse.

    O envio da frota foi autorizado em meados de agosto pelo governo de Donald Trump, sob o argumento de intensificar o combate ao narcotráfico na região. Foram deslocados ao menos sete navios de guerra, um submarino nuclear, aviões de reconhecimento P-8 e cerca de 4,5 mil militares.

    O governo venezuelano avalia, no entanto, que a dimensão da operação ultrapassa uma ação de interdição ao tráfico de drogas, levantando suspeitas sobre uma possível intervenção militar.

    Sair da versão mobile