Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Em conferência, Lula diz que autoritarismo teme as mulheres

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    A 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM) teve início na manhã desta segunda-feira (29) em Brasília, com o tema Mais Democracia, Mais Igualdade, Mais Conquistas para Todas.

    Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou medidas adotadas desde 2003, no primeiro mandato do petista, como a criação da Secretaria de Políticas para as Mulheres, vinculada diretamente à Presidência da República, até as mais recentes, como a aprovação da Lei da Igualdade Salarial, e a criação do programa de Dignidade Menstrual.

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    O presidente Lula também relembrou com pesar da aprovação pelo Congresso Nacional do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, como tentativa de calar as mulheres.

    “As mulheres sofreram um duro retrocesso. O golpe contra a presidenta Dilma Rousseff serviu não apenas para derrubar a primeira mulher a governar esse país. Foi também a tentativa de calar milhões de vozes femininas, porque o autoritarismo não apenas odeia. Ele teme as mulheres.”

    A ministra das Mulheres, Marcia Lopes, lembrou que desde a edição da anterior da CNPM, de 2016, até os dias atuais, o país passou por momentos de retrocesso. “Desde a última conferência, em 2016, enfrentamos anos de retrocessos, mas resistimos. E dessa resistência brotou ainda mais força trazendo-nos até a 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres: um espaço de reencontro, de reconstrução e afirmação de que nada pode deter a presença organizada das mulheres.”

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    Brasil soberano

    Em pronunciamento por videoconferência, Dilma Rousseff, que atualmente é presidente reeleita do Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como Banco do Brics, lembrou que a abertura da 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres foi seu último compromisso oficial, antes de ter que deixar o comando do Brasil, em maio de 2016.

    “Este reencontro, quase dez anos depois, tem uma força ainda maior porque superamos um período de retrocessos de violência política e de ataque às conquistas democráticas. Lembro que a abertura da quarta conferência foi meu último compromisso oficial antes do golpe profundamente injusto contra a nossa democracia, mas a história mostrou que resistir vale a pena”.

    A ex-presidente ressaltou que a luta requer a participação plena das mulheres e valorizou a atuação delas. “As mulheres brasileiras, em sua diversidade, movem a economia, sustentam a democracia e garantem que as conquistas sociais cheguem a cada família. Reconhecer isso é afirmar que a igualdade de gênero é condição para que o Brasil seja justo, forte e verdadeiramente soberano.”

    Como mensagem para as participantes conferência, Dilma desejou que mobilização trace diretrizes capazes de transformar a vida das mulheres brasileiras.

    “Nenhuma violência é tolerável, nenhum direito pode ser retirado. Somente com políticas construídas de forma coletiva conseguimos enfrentar as desigualdades, o machismo, a misoginia, o racismo e todas as formas de opressão”, frisou Dilma Rousseff.

    Movimentos sociais

    Ao assinalar que a conferência é fruto de muitas lutas de muitas mulheres, a representante da Marcha das Mulheres Indígenas, JosyKaigang, também recordou que a  última marcha das mulheres ocorreu sob a liderança da primeira presidente da República mulher. 

    Fato que também foi revisitado na fala da representante do Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres (CNDM), Iayalorixá Sandrali Bueno. Ela ressalta que a nova edição da conferencia é fruto de uma construção democrática possibilitada pela realização das conferências livres, regionais, estaduais e municipais, desde abril deste ano.

    “Não chegamos aqui de repente. Carregamos o eco de assembleias lotadas, de rodas de conversas cheias de sabedoria, de plenárias onde a palavra circulava como benção, compromisso e responsabilidade”.

    5ª CNPM

    A 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres será realizada em Brasília até quarta-feira (1º de outubro). Lideranças sociais e políticas debatem a construção coletiva de políticas públicas voltadas às mulheres. 

    Saiba a programação completa do evento.

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