Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Ex-delegado morto: suposto atirador é transferido para evitar resgate

    Por

    Rafael Marcell Dias Simões, o Jaguar, preso desde o último dia 20, quando se apresentou à Polícia Civil, será transferido do Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Vicente, no litoral paulista, para a carceragem de um departamento policial da capital paulista, com o intuito de evitar uma eventual tentativa de resgate, por parte do Primeiro Comando da Capital (PCC). A decisão foi autorizada pela juíza Luciana Viveiros Corrêa dos Santos Seabra, de Santos, na quarta-feira (24/9).

    Jaguar é apontado como um dos investigados pela morte do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz Fontes. O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, afirmou que o criminoso seria um dos atiradores responsáveis por fuzilar o policial civil aposentado, na Praia Grande, litoral paulista, no último dia 15.

    Ruy trabalhava na ocasião do crime como secretário municipal da Administração de Praia Grande, cargo com o qual teria conquistado desafetos, também investigados como suspeitos de envolvimento na arquitetação do assassinato.

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    Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de SP

    Divulgação/Polícia Civil de SP2 de 21

    Suspeitos de participação da morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes

    Divulgação/Polícia Civil3 de 21

    Ruy Ferraz foi executado em Praia Grande

    Reprodução/ Vídeo cedido/ Divulgação/ Prefeitura de Praia Grande4 de 21

    Delegado Ruy Ferraz Fontes

    Divulgação/Alesp5 de 21

    Vídeo mostra dinâmica de atentado que matou o ex-delegado-geral de SP, Ruy Ferraz Fontes

    Reprodução/ vídeo cedido ao Metrópoles6 de 21

    Cemitério da Paz no Morumbi, onde o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi enterrado

    Enzo Marcus/Metrópoles7 de 21

    Cemitério da Paz no Morumbi, onde o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi enterrado

    Enzo Marcus/Metrópoles8 de 21

    Cemitério da Paz no Morumbi, onde o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi enterrado

    Enzo Marcus/Metrópoles9 de 21

    Cemitério da Paz no Morumbi, onde o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi enterrado

    Enzo Marcus/Metrópoles10 de 21

    Filmagem mostra 3º carro usado por criminosos em atentado contra ex-delegado-geral Ruy Ferraz

    Reprodução/Redes Sociais11 de 21

    Mulher é ouvida na sede do DHPP em investigação sobre a execução do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes

    Enzo Marcus/Metrópoles12 de 21

    Suspeita de entregar fuzil para criminosos chega à delegacia em SP

    Enzo Marcus/ Metrópoles13 de 21

    Mulher é ouvida na sede do DHPP em investigação sobre a execução do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes

    Enzo Marcus/Metrópoles14 de 21

    Ladrão tenta assaltar ex-delegado Ruy Ferraz Fontes em Praia Grande

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    Ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, é assaltado no litoral sul de São Paulo

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    Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

    Divulgação/Polícia Civil17 de 21

    Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

    Reprodução/Prefeitura de Praia Grande18 de 21

    Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

    Divulgação/Alesp19 de 21

    Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

    Divulgação/Prefeitura de Praia Grande20 de 21

    Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

    Divulgação/Alesp21 de 21

    Reprodução/ TV Globo

    A transferência de Jaguar

    O pedido de transferência, obtido pelo Metrópoles, fala sobre a possibilidade de o criminoso, mesmo preso, seguir exercendo influência no litoral paulista, onde reside, além de não descartar um “eventual resgate” de Jaguar.

    A solicitação partiu do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que argumentou a necessidade de manter o preso sob custódia na capital, por causa das investigações sobre a execução de Ruy Ferraz.

    O magistrado do Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo) foi consultado e não apresentou oposição. A transferência foi autorizada com “todas as cautelas de praxe”, de modo a garantir a segurança durante o deslocamento.

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    Jaguar é citado no processo do caso como envolvido no planejamento do homicídio do delegado aposentado. A morte de Ruy Ferraz, que incomodou facções criminosas por sua atuação em investigações contra o PCC, tornou-se um dos casos prioritários da polícia paulista. A presença de um dos supostos atiradores no departamento da capital foi considerada estratégica para facilitar oitivas e diligências.

    A decisão judicial determinou a comunicação imediata à Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e ao CDP de São Vicente. O despacho encerrou-se com a ordem de arquivamento após a execução da transferência.

    Trajetória criminal de Rafael Marcell

    Jaguar acumula passagens antigas pela Justiça paulista. Sua trajetória criminosa iniciou-se oficialmente em 2009, quando foi preso por crimes relacionados a organização criminosa e homicídio. Ao longo dos anos, respondeu a diferentes ações penais, permanecendo detido por períodos alternados entre o sistema prisional e o regime de liberdade provisória.

    Registros judiciais, obtidos pela reportagem, mostram que ele foi solto em mais de uma ocasião após cumprir partes das penas ou mediante decisões da Justiça, mas voltou a ser capturado em novas investigações — consolidando sua imagem de reincidente. A folha de antecedentes dele indica movimentações de custódia, concessões e revogações de benefícios, revelando uma trajetória marcada por idas e vindas ao cárcere.

    A sequência de prisões e solturas demonstra a reincidência e a relevância de Rafael Marcell como alvo prioritário das forças de segurança. Sua inclusão no caso Ruy Ferraz consolidou a retomada de medidas restritivas mais severas e o manteve como uma das figuras-chave nas apurações sobre a atuação do crime organizado na execução do ex-delegado-geral.

    A defesa dele não havia sido localizada até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.

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