Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Ex-diretor do FBI James Comey é indiciado por falso testemunho nos EUA

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    O ex-diretor do FBI James Comey foi indiciado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos nesta quinta-feira (25/9) por acusações criminais de falso testemunho e obstrução. Se condenado, ele pode pegar até cinco anos de prisão. Em vídeo postado no Instagram, Comey declarou que é inocente e confia no sistema judicial norte-americano. Segundo a imprensa local, ele deve se apresentar às autoridades nesta sexta-feira (26/9).

    Estou com o coração partido pelo Departamento de Justiça, mas tenho grande confiança no sistema judiciário federal e sou inocente, então vamos ter um julgamento e manter a fé“, afirmou Comey.

    Donald Trump, por sua vez, chamou o ex-chefe do FBI de “corrupto” e disse que ele foi acusado “por vários atos ilegais e ilícitos”.

    “Ele tem sido tão ruim para o nosso país por tanto tempo, e agora está começando a ser responsabilizado por seus crimes contra nossa nação”, publicou o presidente norte-americano na rede Truth Social.

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    Relacionamento de Trump e Comey

    O relacionamento entre Trump e Comey é conturbado desde 2017, quando o então presidente demitiu o diretor do FBI logo após Comey confirmar publicamente que a campanha de Trump estava sob investigação por suspeitas de interferência russa nas eleições. Desde então, o advogado norte-americano se tornou um crítico proeminente do republicano, afirmando que ele era “moralmente inapto” para o cargo.

    O indiciamento atual decorre do exame, pelo Departamento de Justiça, do depoimento de Comey em 2020 perante o Comitê Judiciário do Senado, quando ele respondeu às críticas republicanas à investigação da Rússia e negou ter autorizado a divulgação de informações confidenciais à mídia.

    A acusação formal foi apresentada após Trump pressionar a procuradora-geral, Pam Bondi, por não agir rapidamente contra Comey e outros críticos do presidente. Após o anúncio, Bondi afirmou nas redes sociais que “ninguém está acima da lei” e ressaltou o compromisso do Departamento de Justiça em responsabilizar quem abusa do poder.

    “Faltavam provas suficientes para apresentar acusações”

    O caso, porém, encontrou resistência interna no Distrito Leste da Virgínia, responsável pela investigação.

    Erik Siebert, o principal procurador federal, renunciou questionando a solidez do caso, e sua subordinada Mary “Maggie” Cleary também levantou dúvidas. Outros promotores avisaram a sucessora, Lindsey Halligan — ex-assessora da Casa Branca e antiga advogada pessoal de Trump — que faltavam provas para apresentar acusações.

    A demissão de Comey em 2017 levou à nomeação de Robert Mueller como procurador especial para investigar a campanha de Trump, que identificou contatos com autoridades russas, mas sem provas de associação criminosa. Trump chamou a investigação de “caça às bruxas” e seu governo tentou desacreditar as conclusões das agências de inteligência.

    Relatórios internos do Departamento de Justiça apontaram erros na condução da investigação pelo FBI, sem evidência de viés político.

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