Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Ferimentos de civis em Gaza são comparáveis aos de soldados em guerra

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    Um estudo publicado no British Medical Journal (BMJ), periódico de pesquisa internacional, na última quinta-feira (25/9), apontou que alguns tipos de ferimentos de palestinos, causados durante as ofensivas israelenses em Gaza, são semelhantes aos relatados entre militares em campos de guerra. Só que, no enclave palestino, ocorrem em crianças e adultos em áreas civis.

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    Segundo o estudo, politraumatismos relacionados a explosões, múltiplas amputações, queimaduras graves e ferimentos penetrantes na cabeça não eram casos isolados, mas sim parte da “carga diária de atendimento dos profissionais de saúde no território palestino”.

    Gaza

    • A escalada da fome na Faixa de Gaza vem se prolongando nos últimos meses devido aos conflitos entre Israel e o Hamas.
    • O território palestino está sob cerco total das forças israelenses, que lançaram uma ofensiva de larga escala para tomar o último grande bastião do Hamas no território palestino.
    • Até o momento, apenas o Hamas aceitou a proposta de cessar-fogo. Enquanto Israel mantém o discurso de um encerramento do conflito se houver o retorno dos refénses israelenses, sequestrados no dia 7 de outubro de 2023.

    A pesquisa revelou que a maioria dos entrevistados, incluindo médicos e outros profissionais de saúde, já havia prestado atendimento em zonas de guerra ativas e relatou que “a escala e a gravidade do trauma em Gaza estavam além de qualquer coisa que já tivessem enfrentado”.

    Os dados obtidos para a pesquisa contabilizam apenas aqueles que sobreviveram tempo suficiente para chegar a um médico, excluindo vítimas de explosões de grande porte e daqueles dilacerados por bombardeios.

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    Criança palestina ferida recebe atendimento médico no Hospital Aksa, em Deir al Balah, após ataque israelense ao campo de refugiados de Al-Maghazi, em Gaza, no dia 1º de janeiro de 2024. Vítimas e feridos foram registrados após o ataque.

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    Destruição na Faixa de Gaza

    Ali Jadallah/Anadolu Agency via Getty Images)4 de 4

    Local alvo de ataque em Gaza

    Reprodução/X

    O estudo destaca que os profissionais de saúde palestinos conseguiram manter os hospitais em funcionamento durante os bombardeios, frequentemente sem eletricidade, anestésicos ou suprimentos essenciais.

    Eles relataram que os médicos precisavam se basear em qualquer tipo de anotação, contagem ou registro de plantão para manter o funcionamento dos hospitais.

    A pesquisa, revisada por pares, teve como base dados coletados entre agosto de 2024 e fevereiro de 2025. Segundo os pesquisadores, a magnitude dos ferimentos traumáticos evidencia “o impacto dos bombardeios aéreos indiscriminados e do uso de explosivos pesados em áreas civis”.

    O Ministério da Saúde da Palestina informou, em comunicado, que o total de vítimas da ofensiva israelense desde 7 de outubro de 2023, início da ofensiva entre Israel e Hamas, já supera 65 mil mortos e 167 mil feridos.

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