Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Futuro será de mais trabalho, mas com mais tempo livre, diz Haddad

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    Na avaliação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os avanços tecnológicos farão com que, no futuro, as pessoas trabalhem por mais anos, mas com menos frequência. A análise foi feita durante participação no Podcast Três Irmãos, neste sábado (27/9).

    Após ser questionado sobre os impactos econômicos da proposta do fim da escala 6×1, o ministro respondeu que a humanidade precisa aprender a lidar com os novos desafios e encontrar um equilíbrio para as pessoas terem mais tempo, mas também continuarem trabalhando.

    “Nós vamos viver mais, a expectativa de vida está crescendo. E com a ciência, automação, inteligência artificial, é capaz que a gente viva mais ainda. Nós precisamos viver melhor. Então, tudo me leva a crer que o equilíbrio entre essas coisas vai exigir que a gente trabalhe mais tempo ao longo da vida, mas menos dias por semana, para usufruir melhor da vida”, afirmou Haddad.

    “Hoje você, com filho pequeno, está trabalhando 12 ou 14 horas por dia. Não seria melhor trabalhar mais anos, mas com mais tempo livre para você?”, questionou.

    Na opinião de Haddad, o capitalismo e o comunismo “não entregaram o que prometeram”. Por isso, o ministro defendeu que a sociedade repense seus objetivos para criar um mundo no qual todos vivam com dignidade.

    “O trabalho não pode consumir as pessoas como consome hoje, até porque a finalidade da economia deveria ser liberar tempo. Deveria servir a humanidade, e não se servir da humanidade […] Tem gente que não consome nada e está com déficit calórico, e tem gente comprando iate de US$ 500 milhões. Vamos buscar um equilíbrio para as pessoas viverem dignamente”, declarou.

    Eleições de 2026

    Em outro momento da entrevista, Haddad foi questionado sobre eventual reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2026, e confirmou que Lula será candidato à Presidência da República.

    Sobra as chances de ele mesmo voltar a disputar o cargo em 2030, o ministro disse que “muita coisa pode acontecer” até lá.

    Combate ao crime organizado

    Fernando Haddad também celebrou a criação de uma delegacia da Receita Federal especializada no combate ao crime organizado, anunciada na última quinta-feira (25/9). Ele afirmou que é preciso “inteligência organizada” para reprimir a atuação de criminosos.

    O ministro avaliou que a cooperação entre órgãos é fundamental em investigações e operações, além de destacar que o objetivo das autoridades é combater a economia das organizações criminosas.

    “Se as prisões vierem desacompanhadas do sufocamento das finanças da organização, sempre vai ter gente para substituir quem foi morto ou preso. O grande lance da inteligência é chegar no andar de cima do crime organizado, bloquear o dinheiro”, declarou.

    Segundo Haddad, a relação de confiança entre instituições possibilitou operações recentes que miraram um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.

    “Os caras estavam lavando dinheiro em redes de motéis, empreendimentos imobiliários, postos de gasolina, grandes franquias, e conseguimos mapear tudo isso em uma operação grandiosa, que passou por vários setores da economia”, citou.

    Apelido “Taxad” e provocações

    O ministro comentou provocações na Câmara dos Deputados após ser chamado de “Taxad” por um parlamentar, durante participação em audiência na Comissão de Agricultura para prestar esclarecimentos sobre o plano safra e as medidas de socorro ao Rio Grande do Sul.

    Haddad afirmou que piadas e memes “fazem parte do jogo” na política, mas destacou que trata as pessoas com o mesmo respeito que recebe. “Os caras fazem graça, eu também faço […] O cara me tira para dançar, eu danço conforme a música que está tocando. O deputado estava me criticando porque eu taxei casas de aposta, bancos. Coisas tão fora da casinha. Acho que não faltei com educação”, disse.

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