Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Múcio critica orçamento na área da defesa: “Faltam recursos”

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O ministro da Defesa, José Múcio, alertou que o Brasil enfrenta desafios de segurança por falta de recursos. A declaração aconteceu nesta terça-feira (30/9), durante audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado.

De acordo com o ministro, o país é o que menos investe no setor entre todas as nações da América do Sul, destinando apenas 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) para a área de defesa.

“Temos uma grande extensão territorial e responsabilidades estratégicas, mas nosso orçamento não acompanha essas demandas”, destacou Múcio. “Compramos equipamentos modernos, porém faltam recursos para manutenção e reposição de peças”.

Aos senadores, o ministro da Defesa reconheceu o histórico pacífico do Brasil, que se envolveu em uma guerra pela última vez na década de 1940, na Segunda Guerra Mundial. O ministro, contudo, alertou que não existem garantias que de “estaremos para sempre em paz”, visto as recentes mudanças ao redor do mundo.

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Por isso, Múcio pediu ajuda ao Senado para aumentar o orçamento do Brasil na defesa nacional.

“Eu vim atrás de ajuda”, afirmou o ministro. “Somos o maior país da América Latina, temos 52% do PIB da região, mas as Forças Armadas não sei nem se estão entre as três primeiras”.

Durante a reunião na CRE, Múcio defendeu um projeto protocolado pelo senador Carlos Portinho (PL). A medida, caso aprovada, pode injetar R$ 30 bilhões em investimentos para as Forças Armadas, distribuídos em R$ 5 bilhões anuais ao longo de 6 anos.

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