Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Petistas ignoram sessão com ex-assessor de Moraes no Senado

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    Parlamentares petistas têm ignorado a sessão da Comissão de Segurança Pública do Senado que ouve Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro do STF Alexandre de Moraes, ao longo da terça-feira (2/9).

    Comandada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a sessão tem sido usada pela oposição como uma tentativa de contraponto ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro na Primeira Turma do STF.

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    Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Moraes no TSE, demitido em 2023

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    Alexandre de Moraes é o relator da ação penal contra Bolsonaro por golpe de Estado

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto3 de 3

    Sessão da Comissão de Segurança Pública do Senado

    Saulo Cruz/Agência Senado

    Até por volta das 14h da terça-feira, nenhum dos senadores governistas que são membros titulares ou suplentes da Comissão de Segurança Pública registrou presença na audiência com Tagliaferro.

    Os únicos petistas que registraram presença na sessão foram dois senadores que não integram oficialmente o colegiado. São eles: Augusta Brito (CE) e Paulo Paim (RS).

    Já do lado da oposição, até mesmo deputados bolsonaristas marcaram presença na sessão do Senado. Entre eles, os deputados Zucco (PL-RS), líder da oposição na Câmara, e Evair Vieira de Mello (PP-ES).

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    Como mostrou a coluna, parlamentares bolsonaristas chegaram a pedir para o STF para acompanhar, in loco, o julgamento de Bolsonaro in loco. Contudo, desistiram de ir após o ex-presidente decidir não comparecer.

    Deputados governistas, porém, fizeram questão de ir ao Supremo acompanhar o julgamento. Entre eles, Lindbergh Farias (PT-RJ), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Pastor Henrique Vieira (PSol-RJ).

    Sessão com Tagliaferro

    O requerimento para ouvir Tagliaferro foi apresentado pelo senador Magno Malta (PL-ES), na esteira da divulgação dos relatórios chamados de “Arquivos do 8 de Janeiro”, do jornalista norte-americano Michael Shellenberger.

    Tagliaferro atuou como chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) do TSE. Em 23 de agosto, ele foi denunciado pela PGR pelo vazamento de diálogos que manteve com assessores dos tribunais.

    Atualmente morando na Itália, Tagliaferro foi alvo de um pedido de extradição do ministro Alexandre de Moraes. Na segunda-feira (25/8), o Ministério das Relações Exteriores enviou a solicitação ao país europeu.

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