Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Planalto vê “semana vitoriosa de Lula” e defende postura firme com EUA

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    O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia como “vitoriosa” a participação brasileira na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O petista retorna dos Estados Unidos após um discurso firme em defesa da soberania e com a abertura de diálogo com o presidente norte-americano, Donald Trump.

    A avaliação de membros do Palácio do Planalto é de que o discurso do petista foi “bem recebido” pelos demais líderes mundiais, em especial pela defesa enfática da soberania nacional. Essa foi a 10ª participação de Lula na Assembleia Geral das Nações Unidas e é, até o momento, considerada a de maior sucesso.

    Discurso de Lula na ONU

    • Em seu discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, Lula reforçou a defesa da soberania brasileira e a importância do multilateralismo, discurso que tem adotado em eventos internacionais.
    • “Poucas áreas retrocederam tanto como o sistema multilateral de comércio. Medidas unilaterais transformam em letra morta princípios basilares como a cláusula de Nação Mais Favorecida”, disse Lula na ONU.
    • O petista ainda criticou as ações militares de Israel contra a Faixa de Gaza e reforçou a necessidade de combater a pobreza no mundo.
    • “Mas nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza. […] Em Gaza a fome é usada como arma de guerra e o deslocamento forçado de populações é praticado impunemente”, destacou o presidente.
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    Apesar do tom firme adotado pelo presidente Lula, Donald Trump surpreendeu ao convidar Lula para um encontro na próxima semana. Para integrantes do Planalto, o gesto demonstra que não há necessidade de concessões unilaterais por parte do Brasil para construção de um diálogo com Washington.

    “Tivemos, pelo menos por uns 39 segundos, uma química excelente. É um bom sinal”, disse Donald Trump, durante discurso na ONU. “Na verdade, concordamos em nos encontrar na semana que vem. Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos.”

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    Presidente Lula na ONU

    Alexi J. Rosenfeld/Getty Images2 de 3

    Alexi J. Rosenfeld/Getty Images3 de 3

    Donald Trump

    Chip Somodevilla/Getty Images

    O presidente Lula reforçou que não há nenhum assunto vetado para conversar com Trump, mas a democracia e a soberania brasileira não estão na mesa de negociação. A análise do Planalto é de que não precisa “abaixar a cabeça” para negociar com os Estados Unidos.

    O petista era alvo de críticas, em especial de oposicionistas, por não ter telefonado para o republicano.

    Vale lembrar que Donald Trump impôs uma tarifa de 50% contra alguns produtos brasileiros em decorrência do ele chamou de “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que enfrenta ações no Judiciário.

    Para responder Trump, Lula informou que irá utilizar a Lei da Reciprocidade Econômica, que autoriza o Brasil a adotar ações comerciais em resposta a medidas unilaterais de outras nações ou blocos econômicos.

    A legislação dá suporte ao Palácio do Planalto para que haja reação a pressões externas que possam influenciar políticas internas ou criar desvantagens comerciais consideradas injustas, sendo uma forma de proteger a economia nacional.

    Apesar de Trump ter declarado que a reunião ocorreria na próxima semana, a avaliação do Planalto é mais cautelosa. A expectativa é de que o primeiro contato ocorra por telefone, enquanto um encontro presencial seja discutido mais à frente.

    Em Brasília, a diretriz é aguardar uma sinalização para definir a agenda de Lula e de Donald Trump.

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