Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    “Reconstituir o processo”: ministro vota para anular pena de Villela

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    O ministro Otávio de Almeida Toledo, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), votou por anular a condenação da arquiteta Adriana Villela no Crime da 113 Sul. Toledo foi o quinto a votar e acabou por desempatar o placar, que ficou em 3 x 2 a favor de Adriana.

    “Não se trata de absolver ninguém, se trata de reconstituir o processo de uma forma da ampla defesa”, declarou Toledo ao defender a anulação da condenação.

    Com isso, a Sexta Turma do STJ decidiu por anular a condenação, e um novo processo deve ser iniciado. Adriana Villela havia sido condenada pela Justiça do DF (TJDFT) a 61 anos de prisão pela ordem dos assassinatos dos pais dela e da empregada da família.

    Entraram em discussão no STJ os recursos da defesa e da acusação. Por maioria, os ministros da Sexta Turma decidiram atender aos pedidos da defesa para anulação da condenação por cerceamento de defesa, que alegou não ter tido acesso a provas importantes do caso, como depoimento de outro réu.

    O Ministério Público, por outro lado, pedia a prisão imediata da arquiteta, que recorreu da sentença em liberdade. Para a acusação, o crime foi cometido devido a desavenças financeiras entre a filha e os pais. O ex-porteiro do Bloco C da 113 Sul foi acusado de receber dinheiro da arquiteta para simular um assalto à casa da família, antes de matar as vítimas a facadas.

    Leia também

    Crime da 113 Sul

    • Em agosto de 2009, José Guilherme, Maria e Francisca foram mortos no apartamento da família, no 6º andar de um prédio na 113 Sul.
    • As vítimas foram golpeadas com mais de 70 facadas pelos autores do crime.
    • No julgamento de 2019, o porteiro do prédio à época, Paulo Cardoso Santana, foi condenado a 62 anos de prisão por ter matado as vítimas. Considerados coautores, Leonardo Campos Alves e Francisco Mairlon tiveram penas fixadas em 60 e 55 anos, respectivamente.
    • Metrópoles contou o caso com riqueza de detalhes no podcast Revisão Criminal. Em sete episódios, as teses da defesa e da acusação foram explicadas com profundidade.

     

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