Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Rússia nega ataque com drones à Europa e adverte Otan sobre retaliação

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O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, usou seu discurso neste sábado (27/9) na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, para negar que Moscou tenha envolvimento na recente onda de drones e violações de espaço aéreo relatadas por países da Otan e da União Europeia.

Segundo Lavrov, as acusações fazem parte de uma campanha de provocações. “A Rússia está sendo acusada de quase planejar um ataque à Otan e à União Europeia. O presidente Putin tem repetidamente desmentido essas provocações”, afirmou.

As suspeitas contra Moscou se intensificaram nas últimas semanas, depois que drones forçaram o fechamento temporário de aeroportos na Dinamarca e autoridades da Polônia e da Estônia denunciaram violações de seu espaço aéreo por aeronaves e veículos não tripulados. Governos europeus classificaram os incidentes como um possível “ataque híbrido”, uma forma de pressão indireta por parte do Kremlin. A Rússia, no entanto, rejeita qualquer responsabilidade.

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Em um discurso com forte tom defensivo, Lavrov também advertiu a Otan e os países da União Europeia de que qualquer agressão contra a Rússia será respondida de maneira firme. “Qualquer agressão contra meu país será recebida com uma resposta decisiva”, disse, referindo-se às ameaças de retaliação da aliança militar caso as violações de espaço aéreo se confirmem.

Ausência de Putin na ONU

Lavrov representou a Rússia na tribuna da ONU no lugar do presidente Vladimir Putin. O chefe do Kremlin não viaja para países signatários do Tribunal Penal Internacional (TPI), que emitiu contra ele um mandado de prisão internacional em 2023.

Embora os Estados Unidos não sejam parte do TPI, Putin teria de sobrevoar territórios de países signatários para chegar a Nova York, o que inviabilizou sua presença.

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Putin e Lavrov

Contributor/Getty Images2 de 3

Sergey Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia

Spencer Platt/Getty Images3 de 3

O presidente da Rússia, Vladimir Putin

Reprodução/X

O plenário que acompanhou a fala do chanceler estava mais esvaziado do que em outros discursos da assembleia, mas contou com maior número de delegações do que na sessão em que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursou.

Ucrânia e negociações

Apesar das críticas ao Ocidente, Lavrov buscou mostrar que Moscou mantém canais diplomáticos abertos. O chanceler declarou que a Rússia ainda tem “algumas esperanças” de avançar em negociações de cessar-fogo com os Estados Unidos para encerrar a guerra na Ucrânia.

A afirmação ocorre poucos dias depois de o presidente americano, Donald Trump, sinalizar apoio mais firme a Kiev, chegando a dizer que a Ucrânia poderia retomar todos os territórios atualmente ocupados por forças russas.

Já o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, responsabilizou a Rússia pelas incursões de drones e aviões. Em mensagem publicada na rede X (antigo Twitter), ele afirmou que Moscou estaria testando a capacidade de defesa europeia e tentando influenciar a opinião pública contra o apoio a Kiev. “Isso visa reduzir a assistência à Ucrânia, especialmente antes do inverno”, escreveu.

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