Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Trump afirma que não receber o Nobel da Paz seria um “insulto”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seria “um insulto” ao país, caso ele não recebesse o Prêmio Nobel da Paz. A declaração aconteceu nesta terça-feira (30/9), durante o discurso do líder norte-americano frente a centenas de generais na Base do Corpo de Fuzileiros Navais de Quantico, em Virginia, nos EUA.

“‘Você vai ganhar o Prêmio Nobel?’ De jeito nenhum. Eles vão dar a um cara que não fez porcaria nenhum. Mas bem, vamos ver o que acontece, seria um grande insulto ao país, eu lhes digo. Eu não quero isso, eu quero que o país o ganhe. Nós deveríamos ganhar”, enfatizou.

Trump argumenta que deve ganhar o prêmio por ter apresentado uma solução para sete guerras no mundo, que segundo ele, matavam “milhares de pessoas”. O mandatário dos EUA descreve que nunca na história um presidente ou um primeiro-ministro fez isso e frequentemente critica a Organização das Nações Unidas (ONU) ao dizer que os líderes dos países prejudicados pela guerra não recebiam nenhum telefonema do órgão.

Ainda durante o discurso na base militar, Trump afirma que talvez possa ter resolvido a maior guerra de todos os tempos, ao se referir ao conflito entre Israel e Hamas, na Faixa de Gaza. O acordo, proposto nessa segunda-feira (29/9) por Trump estabelece 20 exigências e tem como ideia central transformar Gaza em uma zona livre de terrorismo, desradicalizada.

“Queremos ‘guerra’ porque não queremos guerras. Mas é preciso estar lá, e, sabe, às vezes é preciso. Já resolvi tantas guerras desde que chegamos aqui. Estamos aqui há quase nove meses e eu já resolvi, e ontem talvez tenhamos resolvido a maior de todas, embora eu não saiba.”

Camboja é um dos países que Trump vetou o avanço de uma guerra e o vice-primeiro ministro do país afirmou que planeja indicá-lo ao Nobel da paz. Além da Camboja, Paquistão disse em junho que o recomendaria para o prêmio pelo trabalho em ajudar a resolver um conflito com a Índia e, além disso, Israel deve seguir o mesmo feito.

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Apesar dos esforços para um cessar-fogo nas guerras, Trump bombardeou o Irã e o Iêmen ataca barcos no Caribe que supostamente transportam drogas, no entanto, sem provas concretas. Em uma destas ofensivas, 11 pessoas morreram, o que pode ser um fato que esbarra no impasse da conquista do prêmio.

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