Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Trump pressiona Hamas a aceitar plano de paz em Gaza

    Por

    O encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, chegou ao fim nesta segunda-feira (29/9) na Casa Branca, com os líderes detalhando um plano de paz para Gaza, marcado por medidas de segurança e diplomacia na região. Trump afirmou que “é hora” de o Hamas aceitar o acordo de 20 pontos, que prevê cessar-fogo imediato e regras para a governança pós-guerra em Gaza.

    “É hora de o Hamas aceitar os termos do plano que apresentamos hoje”, disse o presidente norte-americano. “Este é um Hamas diferente daquele com o qual estávamos lidando, porque mais de 20.000 pessoas foram mortas.”

    O plano prevê que a Faixa de Gaza se torne um território livre do terrorismo e garante que qualquer ação de Israel contra ameaças terá total respaldo dos Estados Unidos. Membros do Hamas que aceitarem a coexistência pacífica com Israel receberão anistia, e aqueles que desejarem deixar Gaza terão passagem segura garantida.

    Caso ambos os lados concordem, as Forças de Defesa israelenses poderão se retirar do enclave, e negociações sobre a libertação dos reféns serão iniciadas.

    Trump ressaltou que Israel já concordou com a proposta e destacou que os EUA estão discutindo um acordo não apenas em Gaza, mas em todo o Oriente Médio, visando uma “paz permanente”. “Israel tem meu apoio total para enfrentar qualquer ameaça”, afirmou.

    Leia também

    “Conselho da Paz”

    O plano também estabelece a formação de um novo governo em Gaza, composto por um comitê palestino sob supervisão de um “Conselho da Paz”, liderado por Trump, pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e outras autoridades internacionais.

    Durante a coletiva, Trump destacou que já discutiu o plano com líderes da Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Indonésia, Turquia, Paquistão e Egito.

    “Essas são as pessoas com quem temos lidado e que estão realmente muito envolvidas nessa negociação, nos dando ideias, coisas com as quais podem conviver e coisas com as quais não podem — algo bem complexo”, disse o presidente.

    Após o discurso de Trump, Netanyahu se mostrou totalmente alinhado com a proposta. “Eu apoio o seu plano para acabar com a guerra em Gaza. Nós traremos para Israel todos os reféns, desmantelaremos as capacidades militares e políticas do Hamas, e garantiremos que Gaza nunca volte a ser uma ameaça para Israel”, afirmou.

    O premiê israelense concordou com o modelo de governo proposto e afirmou que a iniciativa pode representar um “novo começo” para toda a região.

    No início da coletiva, Trump alertou que o Hamas ainda precisaria aprovar o acordo. Netanyahu reforçou que a proposta oferece uma oportunidade de encerrar o conflito sem mais derramamento de sangue, mas avisou que Israel agirá sozinho se necessário.

    “Acho que devemos entender que estamos dando a todos a chance de fazer isso pacificamente, algo que alcançará todos os nossos objetivos de guerra sem mais derramamento de sangue. Mas se o Hamas rejeitar o seu plano, Sr. Presidente, ou se supostamente o aceitar, e então fizer de tudo para combatê-lo, Israel terminará o trabalho sozinho”, declarou.

    4 imagensFechar modal.1 de 4

    Donald Trump e Benjamin Netanyahu selam plano de paz em Gaza

    Win McNamee/Getty Images2 de 4

    Win McNamee/Getty Images3 de 4

    Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu

    Alex Wong/Getty Images4 de 4

    Netanyahu e Trump foram homenageados pela Câmara dos Deputados por ataque ao Irã

    Kevin Dietsch/Getty Images

    Sair da versão mobile