Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Valdemar pede que Câmara paralise ação no STF contra deputado

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    O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, pediu nesta quinta-feira (25/9) que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), coloque em votação a paralisação de um processo contra Gustavo Gayer (PL-GO) no STF.

    Valdemar protocolou um pedido para que a Câmara delibere sobre a sustação da ação penal apresentada pelo senador licenciado Vanderlan Cardoso (PSD-GO) contra Gayer por crime contra a honra.

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    O deputado Gustavo Gayer

    Agência Câmara2 de 3

    Gustavo Gayer (PL) discursa em ato na Avenida Paulista

    FÁBIO VIEIRA/ESPECIAL METRÓPOLES @fabiovieirafotorua3 de 3

    Gayer exibe áudios de falas de ministros do STF e discursa em inglês

    Reprodução

    Gayer se tornou réu no STF em outubro de 2024, acusado de praticar calúnia, injúria e difamação contra Vanderlan em um vídeo publicado em suas redes sociais, no qual chama o senador de “vagabundo”.

    Na ocasião, a Primeira Turma do STF, a mesma que julgou e condenou Jair Bolsonaro, considerou não ser aplicável, no caso, a imunidade parlamentar de Gayer e o transformou em réu.

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    “Ressalte-se, por necessário, que a última palavra a respeito da suspensão do processo penal, na situação fática ora examinada, é uma garantia institucional expressamente conferida pela Constituição em favor do Poder Legislativo e a nenhum outro; e a ninguém mais”, diz Valdemar no pedido.

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