Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Veja em quanto pode aumentar o salário dos servidores do Judiciário

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que prevê o reajuste da remuneração de servidores do Poder Judiciário.

O texto é assinado em conjunto com outros presidentes de tribunais e defende a proposta de recomposição salarial dos servidores do Judiciário da União em parcelas escalonadas. O documento não prevê reajuste para ministros do STF, que já recebem o teto do funcionalismo público.

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De acordo com o texto, a defasagem salarial acumulada chegou a 24,21% até julho de 2025 e pode atingir 31,36% em 2026, mesmo após reajustes anteriores. O documento cita que o último reajuste relevante foi implementado entre 2016 e 2019 e que, depois, houve recomposição parcial em 2023, considerada insuficiente.

O reajuste seria aplicado de maneira escalonada: 8% em 2026, 8% em 2027 e 8% em 2028, sempre a partir de 1° de julho.

“A evasão de profissionais do Poder Judiciário da União tem ocorrido tanto para outros órgãos e entidades do setor público, cujas carreiras são mais reconhecidas e valorizadas, quanto para a iniciativa privada, em especial no caso de profissionais de áreas como Direito e Tecnologia da Informação, cujos perfis são altamente demandados e valorizados no mercado”, escreveu Barroso.

O documento é assinado em 18 de setembro pelo ministro, além da ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Herman Benjamin, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ); Aloysio Corrêa da Veiga, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST); Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar (STM); e Waldir Leôncio Júnior, presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). Também assina o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presidido por Barroso.

O projeto agora precisa ser analisado pela Câmara dos Deputados e, em seguida, pelo Senado Federal. Caso seja aprovado, segue para sanção presidencial.

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