Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Vídeo: Brasil pede desculpas às mães de 96 bebês mortos em clínica

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    O Brasil, por meio de representantes da Advocacia-Geral da União (AGU), pediu desculpas às mães dos 96 bebês mortos em uma clínica em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Conhecido como Mães de Cabo Frio vs. Brasil, o caso é julgado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que realizou uma audiência entre as partes na última sexta-feira (26/9).

    Entre 1996 e 1997, na clínica Clipel, 96 bebês recém-nascidos morreram dentro da unidade, que era administrada pelo Estado na época.

    Na sessão de sexta-feira, representantes da AGU reconheceram que uma manifestação do Ministério da Saúde à época do caso “representou ato de descriminação de gênero em desfavor das mães de Cabo Frio”.

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    “O Brasil reconhece que o referido relatório representou ato de descriminação de gênero em desfavor das mães de Cabo Frio. Por esse motivo, o Estado brasileiro pede desculpas às mães de Cabo Frio e seus familiares”, disse a representante.

    Nos pedidos finais, o Brasil solicitou que, ao avaliar eventuais medidas reparatórias, a Corte IDH “adote critérios objetivos, razoáveis e proporcionais, privilegiando aquelas que tenham impacto direto e comprovado na restituição dos direitos das vítimas”.

    Na sexta, além da AGU, foram ouvidas oito mães envolvidas com o caso. A presidente da Corte, Nancy López, concedeu um prazo de até 28 de outubro para as partes apresentarem as alegações finais por escrito. Em seguida, a IDH irá decidir sobre o caso.

     

     

     

     

     

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