Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Zelensky acusa Rússia de usar navios no Báltico para lançar drones

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    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de usar navios petroleiros para lançar drones contra países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e defendeu que Moscou tenha o acesso negado ao Mar Báltico. A declaração foi feita nesse domingo (29/9), durante o Fórum de Segurança de Varsóvia, em meio à escalada de tensões entre o Kremlin e a Aliança.

    “Há evidências crescentes de que a Rússia pode ter usado petroleiros no Mar Báltico para lançar drones — os drones que causaram grandes perturbações no norte da Europa”, disse Zelensky.

    Segundo ele, se confirmada a prática, esses navios não devem ter “lugar no Mar Báltico”.

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    O ucraniano afirmou que a Europa tem direito de se proteger e pode até restringir rotas marítimas diante do que chamou de “atividade militar russa contra países europeus”.

    Kremlin condena acusações

    As acusações ocorrem logo após o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, negar na Assembleia Geral da ONU que Moscou esteja por trás da recente onda de drones na Europa. Lavrov classificou as denúncias como “provocações” e advertiu que qualquer agressão da Otan à Rússia teria resposta.

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    Nas últimas semanas, incidentes envolvendo drones e aviões militares aumentaram a tensão entre Moscou e os aliados. No início de setembro, drones russos foram abatidos sobre a Polônia e outros entraram no espaço aéreo da Romênia.

    Poucos dias depois, três caças MiG-31 russos invadiram o espaço aéreo da Estônia, permanecendo por 12 minutos até serem interceptados por aeronaves da Otan.

    “Todos esses são riscos. É definitivamente uma violação do espaço aéreo, das fronteiras e do direito internacional. Isso deve ser alvo de uma reação conjunta, porque a Europa está sob ações agressivas da Rússia”, alegou Zelensky.

    “Não há fumaça sem fogo”, diz Zelensky

    Nas redes sociais, o líder ucraniano acusou novamente a incursão de drones russos e reforçou que a resposta deve ser unida, envolvendo União Europeia, Otan e Estados Unidos.

    “Em relação às invasões de drones e aeronaves russas no espaço aéreo internacional, Estônia, Polônia, Dinamarca e Noruega foram afetadas — e a Suécia já sinalizou sua preocupação com o assunto. Não há fumaça sem fogo. […] Uma voz unida deve responder — Europa, Otan, juntamente com os Estados Unidos. Porque é exatamente isso que a Rússia quer — que a Otan responda, mas apenas parcialmente, sem os Estados Unidos”, acrescentou.

    Ele também apontou riscos em países que foram parte da União Soviética, onde a Rússia estaria perdendo influência.

    Nesse contexto, destacou a vitória do partido pró-europeu da presidente Maia Sandu nas eleições parlamentares da Moldávia, em 28 de setembro. “É um sinal claro da direção que o povo moldavo quer seguir, apesar dos riscos que ainda permanecem”, afirmou.

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