Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Ex-seminaristas deixam Igreja e viralizam com história de amor

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    Um ex-seminarista viralizou nas redes sociais ao compartilhar a história de amor com o ex-colega de vocação. Melqui Ferraz revelou que, após anos de celibato, decidiu abandonar o seminário para viver o relacionamento que sempre sonhou ao lado de Denisson Santos.

    Segundo Melqui, o período no seminário foi marcado por intensos conflitos entre o desejo de servir à Igreja e o amor que descobriu pelo colega. Ele contou que, para afastá-los, superiores chegaram a transferi-los de cidade.

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    Melqui Ferraz e Denisson Santos

    Reprodução/Tiktok @melquisedequeferraz
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    Melqui Ferraz e Denisson Santos

    Reprodução/Tiktok @melquisedequeferraz
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    Melqui Ferraz e Denisson Santos

    Reprodução/Tiktok @melquisedequeferraz

    “Comigo carreguei as lembranças que vivi com você naquela cidade, como as celebrações que íamos fingir a irmandade que debaixo dos panos era amor”, escreveu.

    O ex-seminarista relatou ainda que superiores sugeriram que os dois mantivessem um relacionamento discreto, sem abandonar a vocação, alertando que perderiam oportunidades se assumissem o amor publicamente. “Se por te amar e viver com você, essas tais portas se fecharam, que se fechem mais mil!”, compartilhou.

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    Apesar dos desafios, o jovem também recordou bons momentos que viveu e amigos que conheceu enquanto estudava para se tornar padre. Mesmo assim, para ele, a escolha de deixar a batina foi um ato de libertação.

    “Não foi só um dia, um mês ou um ano, mas tempos que pareciam uma eternidade em não tê-lo ao meu lado, da maneira que sempre desejamos. Só nós sabemos o quanto choramos e vivemos infelizes por sustentar uma vocação”, escreveu.

     

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