Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Programa Restaura Amazônia aprova 17 projetos em assentamentos

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    Os 17 projetos contemplados pelo edital de seleção do programa Restaura Amazônia para assentamentos rurais foram anunciados nesta quinta-feira (16), em Brasília.

    As iniciativas receberão R$150 milhões do Fundo Amazônia para transformar áreas degradadas em florestas produtivas, com o objetivo de promover desenvolvimento e segurança alimentar.

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    O Restaura Amazônia integra o Programa Nacional de Florestas Produtivas dos ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Segundo o ministro do MDA, Paulo Teixeira, é a maior iniciativa de restauração produtiva em assentamento.

    “O que está sendo feito aqui é o reflorestamento com espécies produtivas, que são mais rentáveis que a soja e do que a pecuária. O açaí, o cacau, o dendê, o cupuaçu são dez vezes mais rentáveis. Todas essas espécies têm o resultado econômico que comprova que a floresta de pé terá mais importância que a supressão da floresta para venda de madeira e para produzir soja e pecuária”, reforça o ministro.

    De acordo com os ministérios, juntos, os projetos aprovados serão capazes de recuperar 4,6 mil hectares na região da Amazônia que ficou conhecida como o Arco do Desmatamento, localizada em uma área entre o do leste do Maranhão e o Acre. Serão beneficiados 80 assentamentos, que alcançam cerca de 6 mil famílias.

    Os projetos estão distribuídos em três macrorregiões, sendo a primeira formada pelos estados do Amazonas, Acre e de Rondônia, a segunda por Mato Grosso e Tocantins e a terceira pelos estados do Pará e Maranhão. Cada uma terá disponível R$ 46 milhões.

    “O que assinamos aqui é para fazer com que a restauração passe a ser uma forma de gerar emprego, de gerar renda. A restauração produtiva faz com que a gente tenha as florestas produtivas. E elas não precisam ser com espécies exóticas. Pode ser com espécies nativas e a gente mostrar que é possível um novo ciclo de prosperidade”, afirma a ministra do MMA, Marina Silva.

    Os recursos para investimento nos projetos aprovados pelo edital são integralmente do Fundo Amazônia e não reembolsáveis.

    Segundo Marina Silva, este investimento só foi possível por meio das doações de países que observam os resultados das políticas públicas brasileiras de enfrentamento ao desmatamento e à mudança climática. “Toda vez que a gente consegue reduzir as emissões de CO2 [gás carbônico], que a gente consegue diminuir o desmatamento, nós podemos captar recursos”, reforça.

    De acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), gestor do Fundo Amazônia, esse é um dos editais do programa Restaura Amazônia e, ao todo, serão destinados R$ 450 milhões em investimentos da recuperação da cobertura verde do bioma, contemplando também terras indígenas e unidades de conservação.

    “Nunca antes na história do país, o BNDES e o Ministério do Meio Ambiente entregaram tanto com o Fundo Amazônia. Nós, em dois anos e meio, entregamos quatro vezes mais do que tudo o que foi feito na história do fundo”, afirma Tereza Campello, presidente em exercício do BNDES.

    Marina Silva lembrou que as políticas públicas de restauração ambiental são parte de um esforço para recuperar 12 milhões de hectares no Brasil. Atualmente, segundo a ministra, 6 milhões de hectares já foram recuperados a partir do processo de replantio e restauração natural.

    Os projetos contemplados terão o prazo de 48 meses para a execução das iniciativas, sendo metade para implantação e a outra metade para acompanhamento.

    Caminhos Verdes

    Durante a cerimônia de divulgação dos projetos contemplados pelo Restaura Amazônia, Tereza Campello também anunciou o aporte de R$ 146 milhões do Fundo Amazônia ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para regularização fundiária na Amazônia Legal.

    Os recursos serão destinados ao programa Caminhos Verdes para georreferenciamento de 33 assentamentos rurais.

    “A gente precisa regularizar as terras na Amazônia. Só tem uma forma de fazer isso que é com investimento público, para garantir que os órgãos possam fazer regularização fundiária, possam fazer cadastro ambiental rural e é isso que estamos fazendo nesta ação estratégica”, conclui.

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