Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Quem são os influencers citados em esquema milionário de rifas ilegais

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    Uma reportagem exibida pelo Fantástico, da TV Globo nesse domingo (5/10), revelou detalhes sobre um esquema de rifas e sorteios ilegais que movimentou mais de R$ 33 milhões em Maceió (AL).

    No centro das investigações estão Kel Ferreti, ex-policial militar e autointitulado “empreendedor digital”, e os influenciadores Laís Oliveira e Eduardo Veloso, que juntos somam mais de 7 milhões de seguidores nas redes sociais.

    Kel Ferreti apontado como líder do esquema

    Segundo o jornalístico, o grupo utilizava rifas e jogos de azar para aplicar golpes em milhares de pessoas. À frente do esquema, Kleverton Pinheiro de Oliveira, conhecido como Kel Ferreti, de 40 anos, ostentava um estilo de vida de luxo — com carros importados, viagens internacionais e imóveis de alto padrão — que, de acordo com o Ministério Público de Alagoas (MP-AL), seria sustentado por atividades ilícitas.

    De acordo com as investigações, a organização comandada por Ferreti manipulava resultados de sorteios e rifas online. “O que não é legalizado, por exemplo, ainda continuam apostas em bets chinesas, bets coreanas. Este tipo de jogo não há nenhum tipo de controle”, afirmou Cyro Blatter, promotor e coordenador do Gaesf, ao Fantástico.

    Laís Oliveira apontada como peça-chave

    A influenciadora Laís Oliveira, que possui mais de cinco milhões de seguidores, foi apontada como uma das principais peças do grupo, atuando além da simples divulgação dos sorteios.

    Entre janeiro e abril de 2024, ela teria recebido quase R$ 1 milhão de uma empresa ligada a Kel Ferreti. Seu marido, Eduardo Veloso, também influenciador, teria faturado cerca de R$ 456 mil no mesmo período.

    Em dezembro do ano passado, Laís e Eduardo foram presos em Fortaleza, durante a Operação Trapaça, deflagrada pelo Ministério Público. O casal foi liberado dias depois.

    Em nota, a defesa declarou que os dois “atuam como influenciadores digitais” e que sua participação “se restringiu à prestação de serviços de publicidade”, negando acesso aos áudios citados na investigação.

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    Kel Ferreti.

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    Laís Oliveira

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    Laís Oliveira

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    Laís Oliveira e Eduaardo Veloso.

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    Laís Oliveira e Eduaardo Veloso.

    Reprodução/Instagram.

    Ferreti acusado de mais crimes

    No mesmo mês, Ferreti também foi preso em Maceió, onde os agentes apreenderam joias, celulares e R$ 20 mil em espécie. A operação expôs ainda o histórico criminal do ex-PM, que havia sido expulso da corporação em 2023 após violar a lei eleitoral ao divulgar o próprio voto nas redes sociais.

    Além disso, o influenciador foi condenado por estupro em duas instâncias — o crime teria ocorrido em junho do ano passado contra uma das vítimas do esquema de rifas. Inicialmente condenado a dez anos de prisão, Ferreti teve a pena reduzida para oito e passou a cumprir o restante em regime domiciliar, com tornozeleira eletrônica.

    Hoje, o ex-policial está autorizado a circular livremente por bares, restaurantes e praias de Maceió, devendo apenas manter distância de 500 metros da vítima.

    Em nota, a defesa de Kel Ferreti afirmou que ele “não é dono de nenhuma plataforma de apostas” e que sua atuação “se limita à divulgação e publicidade”. Sobre o caso de estupro, ele nega as acusações e pretende recorrer da decisão.

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