Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Votação não pode ser escudo para ofensa, diz senador xingado por Gayer

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    A defesa do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), alvo de ofensas do deputado Gustavo Gayer (PL-GO), afirmou nesta quinta-feira (16/10) que a Câmara transformou as próprias prerrogativas em “escudo para ofensas e acusações criminosas”. A declaração foi feita após os deputados aprovarem a suspensão de uma ação penal que Gayer responde no Supremo Tribunal Federal (STF).

    “Cabe agora ao Supremo Tribunal Federal avaliar se a resolução aprovada pela Câmara é compatível com a Constituição. E é essencial esclarecer: sustação não é absolvição. Se houver suspensão, o processo fica paralisado e o prazo prescricional também fica suspenso”, declarou o advogado de Vanderlan em nota divulgada à imprensa.

    Em março de 2023, o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) apresentou uma queixa-crime contra Gustavo Gayer por calúnia, difamação e injúria.

    Em vídeo publicado no Instagram em fevereiro do mesmo ano, o deputado aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chamou o senador de “vagabundo” e afirmou que ele havia virado as costas para o povo, ao apoiar a reeleição do então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em troca de cargos em comissões.

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    A queixa foi acolhida pelo STF. O ministro Alexandre de Moraes atua como relator da ação no Supremo.

    O requerimento para suspender o processo foi apresentado pelo Partido Liberal (PL). O relator do pedido, Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR), disse que o deputado “somente teceu uma crítica genérica nos estritos limites da arena política”. Ele afirmou que, “no máximo, poder-se-ia cogitar o cometimento do crime de injúria” no trecho em que o deputado chamou o senador de “vagabundo”.

    O relatório foi aprovado, nessa quarta-feira (15/10), pelo placar de 268 a 167, com quatro abstenções.

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