Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Bangladesh: ex-premiê é condenada à morte por crimes contra humanidade

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    A ex-primeira-ministra de Bangladesh Sheikh Hasina foi condenada à morte nesta segunda-feira (17/11) por crimes contra a humanidade. Ela foi considerada culpada por ordenar uma violenta repressão a manifestações de estudantes no ano passado.

    “Todos os elementos constitutivos de um crime contra a humanidade estão reunidos. Decidimos impor uma única pena, a pena de morte”, declarou o juiz Golam Mortuza Mozumder.

    Em resposta, Hasina afirmou que a sentença é enviesada e acusou haver motivação política por trás do julgamento. Ela afirmou que as ações de seu governo não caracterizam um ataque premeditado contra cidadãos. Ainda segundo a ex-premiê, ela não teve acesso à ampla defesa e pretende “enfrentar meus acusadores em um tribunal adequado, onde as provas possam ser avaliadas e examinadas de forma justa”.

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    Briga política

    A decisão sobre a pena de morte de Hasina ocorre meses antes das eleições parlamentares, previstas para fevereiro. O partido de Hasina, a Liga Awami, foi impedido de concorrer, e teme-se que o veredito desta segunda possa alimentar novas revoltas populares antes da votação.

    O Tribunal de Crimes Internacionais, o tribunal interno de crimes de guerra de Bangladesh localizado na capital Daca, anunciou o veredito sob forte esquema de segurança e sem a presença de Hasina, que fugiu para a Índia em agosto de 2024. Ela foi representada por um defensor público nomeado pelo Estado, que afirmou ao tribunal que as acusações eram infundadas e pediu sua absolvição.

    Antes do veredicto, Hasina rejeitou as acusações e a imparcialidade do tribunal, afirmando que uma condenação era “uma conclusão inevitável”. Ela pode recorrer da sentença à Suprema Corte do país.

    Antes da decisão, o filho e assessor de Hasina, Sajeeb Wazed, disse à imprensa internacional que eles não recorreriam a menos que um governo democraticamente eleito assumisse o poder com a participação da Liga Awami.

    Ação violenta e letal

    Durante o julgamento, os promotores informaram ao tribunal que foram encontradas evidências da ordem direta de Hasina para usar força letal na repressão a uma série de protestos de estudantesentre julho e agosto de 2024.

    Segundo um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), até 1,4 mil pessoas podem ter sido mortas durante os protestos entre 15 de julho e 5 de agosto de 2024 — a maioria por disparos das forças de segurança. Milhares ficaram feridos.

    O episódio é considerado a maior violência em Bangladesh desde a guerra de independência, em 1971.

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