Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    COP30 pode ser estendida devido a incêndio e atraso em negociações

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    Prorrogações não são inéditas em conferências do clima, e a COP30 deve repetir o histórico. O incêndio que atingiu a Blue Zone da COP30, na tarde dessa quinta-feira (20/11), em Belém (PA), aliado ao atraso em negociações sensíveis, deve levar ao adiamento do encerramento oficial, que estava previsto para esta sexta-feira (21/11).

    Atrasos nas conferência não são novidade. A COP8, na Índia, em 2002, ultrapassou o prazo oficial após impasses; a COP25, em Madri, terminou quase dois dias depois do previsto; e a COP27, no Egito, avançou madrugada adentro antes de encerrar.

    encerramento deve ser adiado após incêndio e prazo apertado para negociações

    Esta sexta-feira deve ser um dia intenso em Belém, com a retomada das tratativas. Na quinta, a área das negociações oficiais foi evacuada por volta das 14h20, após um curto-circuito provocar chamas no pavilhão dos países. Imagens do momento, divulgadas nas redes sociais, mostraram fogo e fumaça se espalhando rapidamente, enquanto participantes corriam para deixar a área atingida e alguns outros ajudavam a conter as chamas. Confira:

    A ação rápida das equipes de segurança conteve o incêndio, mas parte da estrutura permanecerá isolada até o fim – ainda incerto – do evento. Ao todo, 21 pessoas precisaram de atendimento médico: 19 por inalação de fumaça e duas por crises de ansiedade, afirmou o Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (Ciocs). Até a noite, 12 participantes já haviam recebido alta; os demais permaneciam em observação.

    A UNFCCC confirmou que a área diretamente atingida seguirá isolada pelos próximos dias e agradeceu a “paciência e cooperação” dos participantes diante do imprevisto.

    A Blue Zone só foi reaberta na noite desta quinta-feira, após inspeção do Corpo de Bombeiros e emissão de um novo alvará. Ainda assim, a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) suspendeu todas as sessões plenárias do dia e anunciou que as negociações só serão retomadas nesta sexta-feira.

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    Negociações travadas

    A segunda semana da COP30 foi iniciada com desafios. Após passos curtos nas negociações de alguns temas, o clima entre as delegações ainda era de cautela.

    Surgiram avanços em áreas técnicas. No pilar da adaptação climática, os países consolidaram uma lista de 114 indicadores para o Objetivo Global de Adaptação (GGA), que vão de sistemas de alerta precoce a saúde, infraestrutura e planejamento urbano — embora ainda haja discordância sobre os meios de implementação, como financiamento e suporte institucional.

    No tema da transição justa, o novo rascunho do Programa de Transição Justa (JTWP) avançou ao incluir pela primeira vez no debate conceitos como “combustíveis de transição” e “subsídios ineficientes a fósseis”, além de salvaguardas para povos indígenas, mulheres, jovens, afrodescendentes, trabalhadores informais e pessoas com deficiência. Os termos reforçam a urgência de uma transição energética inclusiva, mas ainda não há consenso sobre metas mais ambiciosas para a eliminação de combustíveis fósseis.

    No financiamento climático, também houve movimento. Países discutem ampliar os recursos do Fundo de Adaptação, que deve receber parte das receitas do mercado de carbono. Falta, no entanto, acordo sobre governança e implementação — pontos considerados essenciais para destravar o pacote final.

    Já nos temas mais sensíveis, especialmente o futuro dos combustíveis fósseis, praticamente não houve avanço. Países produtores seguem rejeitando qualquer menção clara à eliminação gradual de petróleo, gás e carvão, o que empurra as decisões para as horas finais da conferência — e reforça a previsão de prorrogação.

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