Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    EUA e Rússia se reúnem em Abu Dhabi para discutir paz na Ucrânia

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    Autoridades dos governos da Rússia e dos Estados Unidos estão em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, para discutir uma proposta de paz na Ucrânia. De acordo com as emissoras CBS e a CNN, o secretário de Exército dos EUA, Dan Driscoll, lidera a comitiva norte-americana.

    O encontro teve início na noite de segunda-feira (24/11) e será retomado nesta terça-feira (25). A pauta principal é a negociação de paz na Ucrânia. As emissoras não conseguiram confirmar quem faz parte da delegação russa.

    O encontro ocorre dois dias depois de Driscoll e do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, encontrarem diplomatas da Ucrânia para negociações em Genebra, na Suíça.

    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pode visitar Washington nesta semana para discutir pontos delicados do acordo de paz proposto pelos Estados Unidos.

    Entenda a proposta

    O desenho do acordo coloca Volodymyr Zelensky, diante de um dilema histórico: aceitar concessões territoriais amplas à Rússia e condições militares rígidas impostas por Washington ou arriscar perder o apoio crucial dos EUA, enquanto Moscou de Vladimir Putin se encontra em uma posição privilegiada no tabuleiro.

    O plano, elaborado pelo enviado especial norte-americano Steve Witkoff em negociações diretas com o negociador russo Kirill Dmitriev, sem participação europeia e inicialmente sem Kiev, contém 28 pontos.

    O ponto mais delicado do documento, que faz Kiev estremecer, é a exigência de que a Ucrânia e aliados reconheçam como russas não apenas a Crimeia e o Donbass, mas todo o mosaico de territórios hoje ocupados por Moscou.

    Crimeia, Lugansk e Donetsk deixariam de ser disputas diplomáticas e se tornariam russas de fato, com aval até dos Estados Unidos.

    Já Kherson e Zaporíjia ficariam congeladas no tempo, presas à linha de combate atual, reconhecidas como estão, nem ucranianas plenamente, nem russas oficialmente.

    Moscou, em troca, renunciaria a qualquer ambição além das cinco regiões já anexadas — embora mantivesse sob as mãos algumas áreas estratégicas.

    O documento apresenta um mecanismo peculiar: um sistema de “arrendamento territorial”, pelo qual a Rússia pagaria à Ucrânia pela administração de áreas ocupadas, mesmo mantendo a autoridade militar sobre elas.

    O plano impõe uma reconfiguração profunda ao aparato militar ucraniano. O Exército seria reduzido a 600 mil soldados, armas de longo alcance desapareceriam do arsenal e nenhuma tropa estrangeira poderia operar no país.

    A Constituição passaria a registrar que a Ucrânia jamais ingressará na Otan.

     

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    Presidentes Donald Trump (EUA) e Volodymyr Zelensky (Ucrânia)

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    O documento também busca reconfigurar a Ucrânia internamente. O russo se tornaria idioma oficial; Kiev teria de adotar normas europeias rígidas para proteção de minorias e liberdade religiosa; e programas educacionais conjuntos deveriam combater “racismo, preconceito e ideologias nazistas”.

    Eleições nacionais seriam convocadas em até 100 dias, e todos os envolvidos nas ações da guerra — de ambos os lados — receberiam anistia total.

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