Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Israel faz maior ataque desde o cessar-fogo e mata 33 pessoas em Gaza

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    Ataques aéreos do Exército de Israel deixaram ao menos 33 mortos em diversos pontos da Faixa de Gaza. A ação militar ocorreu nessa quinta-feira (20/11) — no horário local — e tornou-se a mais violenta desde a assinatura do acordo de cessar-fogo, em outubro deste ano.

    Israel confirmou o ataque e alegou ter sido uma resposta após soldados israelenses terem sido feridos em Khan Younis, no sul de Gaza. O Hamas, grupo extremista que controla o território palestino, negou o ataque.

    Autoridades de um hospital em Khan Younis informaram ter recebido os corpos de 17 pessoas, incluindo cinco mulheres e cinco crianças. Já na Cidade de Gaza, ataques aéreos mataram 16 palestinos, incluindo sete crianças e três mulheres.

    O Hamas afirma que Israel matou mais de 300 palestinos desde a assinatura do acordo do cessar-fogo mediado por Estados Unidos, Egito, Catar e Turquia, em 10 de outubro.

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    ONU aprova plano de paz de Trump

    Na última segunda-feira (17/11), o Conselho de Segurança da ONU aprovou o plano de paz apresentado pelo governo de Donald Trump para a reconstrução de Gaza, abrindo um novo capítulo nas negociações após dois anos de guerra entre Israel e o Hamas. A resolução, considerada crucial para manter o frágil cessar-fogo em vigor, recebeu 13 votos a favor e duas abstenções — China e Rússia — sem vetos.

    O texto autoriza a entrada de uma força internacional de estabilização, responsável por garantir segurança, supervisionar fronteiras, coordenar ajuda humanitária e conduzir o processo de desmilitarização do território.

    A autorização vale até o fim de 2027. Países árabes e muçulmanos que sinalizaram interesse em enviar tropas consideravam essencial ter respaldo do Conselho de Segurança.

    Caminho para um Estado palestino

    Após intensas negociações, o governo norte-americano aceitou reforçar no texto o compromisso com a autodeterminação palestina, um ponto exigido por países árabes.

    A versão final afirma que, após reformas na Autoridade Palestina e avanços na reconstrução de Gaza, “as condições poderão finalmente estar reunidas para um caminho crível rumo à criação de um Estado palestino”.

    A inclusão desagradou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que se disse contrário a qualquer iniciativa que avance nessa direção.

    Conselho de Paz

    O plano, de 20 pontos, prevê a criação de um Conselho de Paz, ainda a ser estabelecido, como autoridade de transição — órgão que poderia ser presidido pelo próprio republicano. A resolução concede à força de estabilização um amplo mandato, incluindo o uso de “todas as medidas necessárias” para cumprir suas funções, linguagem que permite operações militares.

    As tropas internacionais deverão atuar em conjunto com uma força policial palestina treinada por elas e coordenar ações com Egito e Israel, países vizinhos.

    Conforme a força for assumindo o controle do território, as forças israelenses deverão se retirar de Gaza, seguindo padrões e prazos vinculados ao progresso da desmilitarização.

     

    A aprovação ocorreu dias após a Rússia apresentar uma proposta alternativa defendendo explicitamente um Estado palestino e descartando o Conselho de Transição proposto pelos EUA.

    Moscou, no entanto, optou por não vetar a resolução americana e se absteve, decisão vista como crucial para o avanço do plano.

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    Majdi Fathi/NurPhoto via Getty Images)2 de 5

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    Benjamin Netanyahu e Trump no parlamento, em Jerusalém

    Saul Loeb – Pool/Getty Images4 de 5

    FAIXA DE GAZA – 10 DE OUTUBRO: Palestinos carregando seus pertences retornam às suas casas após o acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza em 10 de outubro de 2025

    Hassan Jedi/Anadolu via Getty Images5 de 5

    O presidente dos EUA, Donald Trump

    Reprodução/CNN

     

    No último sábado, o ministro das Relações Exteriores turco, Hakan Fidan, havia informado que a lista de membros do comitê palestino responsável pela administração da Faixa de Gaza durante o período de transição já foi aprovada.

    O chanceler afirmou que os membros do comitê não estão envolvidos na política, mas são nomes “bem conhecidos” e aceitos na região. “O comitê palestino assumirá a administração diária de Gaza. Precisaremos criar a força policial, e isso levará tempo. Esse período cria vulnerabilidade e será difícil garantir a entrega da ajuda nas quantidades necessárias durante esse tempo”, acrescentou.

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