Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Já usou alguma? AGU lista 17 expressões racistas para serem banidas

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A procuradora-geral federal da Advocacia-Geral da União (AGU), Adriana Maia Venturini, assinou portaria que estabelece novas diretrizes internas para prevenção do uso de linguagem racista no órgão. O objetivo da determinação, assinada no Dia da Consciência Negra (20/11), é inibir o uso de expressões linguísticas que reproduzem preconceitos históricos em documentos e pronunciamentos oficiais da Procuradoria-Geral Federal.

Segundo a portaria, que saiu no Diário Oficial da União (DOU), considera-se linguagem racista aquela que perpetua estereótipos ou associações negativas relacionadas à raça, cor, origem ou etnia das pessoas. Ou seja, quando se usa expressões ofensivas e depreciativas, associadas à desumanização e inferiorização, que reforçam hierarquias raciais e evocam violência.

Para ser bem literal, a portaria listou como exemplos 17 expressões que são frequentemente usadas para diminuir pessoas de raças distintas. São expressões com conteúdo racista, agressões linguísticas, estereótipos raciais, metáforas, analogias ou figuras de linguagem racialmente inadequadas e com conteúdos discriminatórios indiretos. Confira:

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As 17 expressões apontadas como exemplo são:

  1. “a coisa está preta”;
  2. “baianada”;
  3. “boçal e seu derivado: boçalidade”;
  4. “cor de pele”, para se referir a tons de bege;
  5. “denegrir”;
  6. “dia de branco”;
  7. “escravo”, expressão a ser substituída por “pessoa escravizada”;
  8. “humor negro”, expressão a ser substituída por “humor ácido”, “humor macabro” ou outra que exprima exatamente o que se quer dizer, sem associação à cor;
  9. “índio”, expressão a ser substituída por “indígena” ou, quando for o caso, pelo nome da etnia ou nação indígena em questão;
  10. “lista negra”, expressão a ser substituída por “lista proibida”, “lista restrita”, “lista suja” ou outra que exprima exatamente o que se quer dizer, sem associação à cor;
  11. “magia negra”;
  12. “meia-tigela”, no sentido metafórico, para se referir a algo sem valor e medíocre;
  13. “mercado negro”, expressão a ser substituída por “mercado ilícito”, “mercado sujo” ou outra que exprima exatamente o que se quer dizer, sem associação à cor;
  14. “mulato” e “mulata”;
  15. “não sou tuas negas”;
  16. “ovelha negra”; e
  17. “samba do crioulo doido”.
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