Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Kassab diz que recuo de Trump em tarifaço foi “construção coletiva”

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    O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o fim das tarifas de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi resultado de “uma construção coletiva”, ao ser questionado nesta sexta-feira (21/11) se o recuo trumpista pode beneficiar eleitoralmente o presidente Lula.

    “Acho que isso foi uma conquista de todos. Acho que o governo americano estabeleceu diálogo com o governo brasileiro, os empresários, os governadores, os partidos. Eu mesmo tive o privilégio de receber na minha casa o embaixador, o cônsul. Eu estive esta semana nos Estados Unidos. Então, eu acho que foi uma construção coletiva”, disse ele durante evento da Assembleia Geral da Internacional Democrata de Centro, em São Paulo.

    Na quinta (20/11), Lula foi econômico nas palavras, afirmando estar feliz com a redução.

    Nesta sexta, tanto a ala governista quanto a oposição se posicionaram sobre o recuo de Trump. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse que “é preciso ser claro“.

    “É preciso ser claro: a diplomacia brasileira não teve qualquer mérito na retirada parcial dessas tarifas de hoje. Assim como beneficiou outros países, a decisão dos EUA decorreu apenas de fatores internos, especialmente a necessidade de conter a inflação americana em setores dependentes de insumos estrangeiros”, afirmou ele no X (antigo Twitter).

    Como esperado, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), elogiou a diplomacia brasileira. “Hoje o país coleta os frutos de uma política externa responsável, capaz de proteger nossa economia, ampliar mercados e reconstruir a credibilidade perdida. É preciso dizer: vencemos os traidores da pátria!”, declarou.

    A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, foi mais dura com criticas diretas a Eduardo e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem chamou de “traidores da pátria”. Ela também citou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que responsabilizou Lula pelo tarifaço.

    “Lula soube conversar com seriedade e altivez com Donald Trump, confirmando que é um verdadeiro líder. Vitória do Brasil e enorme derrota dos traidores da pátria, Jair e Eduardo Bolsonaro, e daqueles que comemoraram o tarifaço contra o país, como o governador Tarcísio de Freitas e outros mais”, disse a ministra.

    Xadrez 2026

    O presidente nacional do PSD reiterou a força eleitoral de Tarcísio como pré-candidato presidencial em 2026. Kassab disse que os presidenciáveis de seu partido, os governadores Ratinho Jr (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), retirariam suas pré-candidaturas do jogo caso o governador paulista seja o nome de consenso da centro-direita da disputa ao Palácio do Planalto.

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