Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Kiev considera ofensiva massiva de Moscou uma “reação terrorista”

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    A Rússia realizou na madrugada desta terça-feira (25/11) uma nova série de ataques aéreos “massivos” direcionados à infraestrutura energética da Ucrânia, incluindo a capital, Kiev, que deixaram seis mortos. As autoridades denunciaram uma “reação terrorista” do presidente russo Vladimir Putin ao plano de paz americano. Moscou relatou pelo menos três mortes em diversos ataques ucranianos no sul do país.

    “Um ataque combinado massivo do inimigo contra a infraestrutura energética está em andamento”, declarou o Ministério da Energia da Ucrânia na manhã desta terça, em sua conta no Telegram.

    Várias explosões e drones foram detectados, enquanto mísseis foram abatidos sobre a capital.

    O prefeito de Kiev, Vitaly Klitschko, indicou que o fornecimento de água e energia foi interrompido.

    Após um alerta nacional de ataque aéreo, as autoridades relataram pelo menos seis mortos.

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    “Há uma ameaça de mísseis em toda a Ucrânia”, alertou Tymur Tkachenko, chefe da Administração Civil e Militar de Kiev, no Telegram.

    As defesas aéreas foram ativadas e estão “abatendo alvos inimigos”, afirmou, instando os moradores a permanecerem em abrigos.

    “A resposta terrorista de Putin às propostas de paz dos Estados Unidos e do presidente Trump foi lançar mísseis e drones contra a Ucrânia”, denunciou o ministro das Relações Exteriores ucraniano, Andriy Sybiga no X.

    Desde o início da invasão, em 2022, a Rússia vem atacando sistematicamente usinas e estações de energia ucranianas, causando constantes apagões. A situação preocupa com a aproximação do inverno. Este ano, os ataques se intensificaram e também têm como alvo instalações de gás.

    Ataques em território russo

    No lado russo da fronteira, Kiev tem atacado regularmente depósitos de petróleo, refinarias e outras instalações. Na noite de 24 para 25 de novembro, um ataque aéreo ucraniano matou pelo menos três pessoas e feriu outras oito em Taganrog, no Mar de Azov, conforme anunciou a prefeita da cidade, Svetlana Kambulova, no Telegram.

    Autoridades da região russa de Krasnodar, no Mar Negro, também relataram um ataque aéreo ucraniano de grande escala que atingiu diversas cidades.

    “Na noite passada, o território de Krasnodar sofreu um dos ataques mais prolongados e massivos do regime de Kiev. Seis moradores da região ficaram feridos e pelo menos 20 casas, em cinco municípios, foram danificadas”, escreveu o governador regional, Veniamin Kondratiev, no Telegram.

    Rússia rejeita contraproposta europeia

    Esses novos ataques com mísseis e drones na Ucrânia ocorrem depois que a Rússia rejeitou, na segunda-feira (24/11), uma contraproposta da Europa para um plano de paz, considerado por Moscou amplamente favorável aos interesses do bloco.

    “Tomamos conhecimento de um plano europeu que, à primeira vista, não é nada construtivo e é inaceitável para nós”, declarou Yuri Ushakov, assessor diplomático do presidente Vladimir Putin, segundo a agência de notícias oficial TASS.

    A contraproposta foi elaborada em Genebra, no domingo (23/11), em conversas entre americanos, europeus e ucranianos, com base no plano de Donald Trump.

    O texto original do plano do republicano, que foi bem recebido por Moscou, inclui a cessão de territórios ucranianos. De acordo com Kiev, no entanto, ele equivale a uma capitulação da Ucrânia.

    As discussões no domingo resultaram em uma declaração da Casa Branca reafirmando que a soberania da Ucrânia continua sendo uma questão central.

    A Rússia ameaçou intensificar os bombardeios caso a Ucrânia não aceite o plano de 28 pontos apresentado inicialmente pelo presidente dos Estados Unidos para encerrar o conflito.

    Leia mais reportagens como essa no RFI, parceiro do Metrópoles.

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