Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    “London, London”: o retrato de Caetano Veloso no exílio

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    Há momentos na vida de um artista em que a dor transborda, mas não grita — ela sussurra. O álbum “Caetano Veloso” (1971), gravado em Londres durante o exílio devido à ditadura, é esse sussurro melancólico. Um disco que parece envolto em neblina, como a própria cidade onde ele vivia, solitário na Rua Redesdale, sem amigos, sem país, sem chão.

    Depressivo e tentando sobreviver emocionalmente ao afastamento brutal do Brasil, Caetano aceitou o convite de produtores britânicos para compor um disco em inglês.

    O resultado é um registro de tristeza madura, um diário musical de um jovem que se via arrancado da Bahia, do calor e da língua materna.

    A faixa mais conhecida, “London, London”, atravessa gerações como uma das mais delicadas expressões de exílio já escritas. Caetano caminha pelas ruas, “contra o vento, sem medo nem esperança”, e cada palavra é uma fotografia da solidão inglesa.

    A música, favorita do artista, captura a sensação de viver suspenso entre dois mundos.

    A capa — ele enrolado em um casaco pesado, olhar circunspecto — já entregava o estado de espírito do álbum. Em “If You Hold a Stone”, Caetano usa o samba de roda “Marinheiro Só” como base e evoca a Bahia que o perseguia como memória fantasmática.

    Em “A Little More Blue”, a melancolia aparece explícita nos primeiros versos do disco, quase uma confissão.

    A dor da distância alcança a expressão mais terna em “Maria Bethânia”, um pedido quase infantil para que a irmã escrevesse cartas. Era como se cada sílaba fosse uma tentativa de retorno, mesmo que só pela imaginação.

    O álbum termina com “Asa Branca”, em que o sertão — e o Brasil — se tornam metáfora do lar definitivo, sempre desejado, sempre distante.

    Embora “Transa” (1972) tenha se tornado o álbum cult do exílio, esse disco de 1971 permanece como a tradução mais fiel da alma de Caetano naquele período. Um álbum cinzento e doloroso, mas também incrivelmente bonito.

    Ao subir ao palco do Festival Estilo Brasil em 11 de dezembro, Caetano revisita a trajetória que passou pela dor, pelo desterro e pela reinvenção. “London, London” estará ali, invisível, pairando sobre o repertório, lembrando que a saudade também molda gigantes.

    O Festival Estilo Brasil é apresentado pelo Banco do Brasil Estilo, com patrocínio do governo federal e dos cartões BB Visa, e realização do Metrópoles, com produção da Oh! Artes.

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    Programação

    Caetano Veloso
    11 de dezembro

    Liniker
    14 de dezembro

    Festival Estilo Brasil

    Local: Ulysses Centro de Convenções
    Ingressos: Bilheteria Digital

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