Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Peruca à la Diana Ross marca o visual do 1° álbum de Remy Bond

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    Em seu projeto de estreia, a cantora norte-americana Remy Bond apostou na tendência do maximalismo e na nostalgia vintage para dar tom ao compilado pop Backstage at The Tropicana. Guiando a direção criativa estão o estilo das pin-ups da década de 1950, elementos da cultura havaiana e um look icônico da cantora Diana Ross. Com sonoridade que remete a grandes nomes da música, como o grupo ABBA e a cantora Lana Del Rey, e visuais que dialogam com os looks de Amy Winehouse, Sabrina Carpenter e Cher, Remy vem se consolidando como uma artista para ficar de olho.

    Remy Bond se destacou aos olhos do público com a canção Summer Song

     

    Diana Ross inspira megaperuca

    O projeto de estreia Backstage at The Tropicana vem após o sucesso da canção Summer Song, que destacou Remy aos olhos do público. Para a capa do álbum, a cantora se inspirou em um look icônico de Diana Ross, criando uma peruca maximalista repleta de flores.

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    Capa do projeto de estreia de Remy Bond: Backstage at The Tropicana

     

    O visual da artista faz referência a grandes artistas como Amy Winehouse, Cher e Sabrina Carpenter

     

    Diana Ross no especial G.I.T. on Broadway, em 1969

     

    A construção da megaperuca foi realizada pela hair stylist da artista, Lizette Garza, ao lado de uma dançarina burlesca chamada Tasha. Em entrevista ao podcast Nicky at Night, a cantora revelou que a ideia era criar um visual que pudesse ser replicado pelos fãs em uma escala menor, mas inalcançável para reprodução completa.

    A hair stylist Lizette Garza afirmou ter levado dez dias no processo de confecção do adereço

     

    Processo de confecção da megaperuca

     

    A artista revelou já ter tentado confeccionar a megaperuca sozinha anteriormente em sua carreira, mas não obteve sucesso

     

    Passeio por diferentes décadas

    O álbum traz inspirações das décadas de 1950 a 1980, como um verdadeiro passeio pelos visuais favoritos de Remy ao longo do tempo. Os looks mostram a versatilidade da cantora e expressam sua visão criativa.

    A cantora definiu o tom do projeto como “uma viagem de férias ao Havaí”

     

    Os clipes da cantora exploram uma direção de arte rebuscada

     

    Remy mistura a simbologia nostálgica com peças modernas

     

    Entre os elementos estéticos do álbum, estão as estampas e florais havaianos, os penteados característicos e o poá que marcaram o estilo das pin-ups, além de peças com um toque moderno, como os mini shorts e saias.

    A sonoridade da cantora traz elementos que marcaram as canções de ABBA e Lana del Rey

     

    Em entrevista, a artista revelou ter pensado nos visuais do projeto há anos

     

    Os penteados marcantes das pin-ups também são vistos na estética do álbum

     

    Ao transformar referências clássicas em algo atual sob sua perspectiva pessoal, a artista entrega um projeto que vai além da simples homenagem: Bond cria um universo próprio, vibrante e teatral, que convida o público a entrar em sua fantasia tropical vintage. É um visual pensado para performance, mas que também reforça sua intenção artística, celebrando o glamour retrô dentro de uma estética pop maximalista — cantoras como Katy Perry e Lady Gaga, por exemplo, se destacam como referências desse estilo.

    As pin-ups dos anos 1950 influenciam silhueta, penteados estruturados e o uso frequente de estampas clássicas

     

    Sua estética é profundamente marcada pelo maximalismo, que aparece em penteados volumosos, acessórios chamativos e composições ricas em detalhes

     

    Dos anos 1960 e 1970, Remy Bond resgata o glamour teatral e o espírito disco

     

    Confira o videoclipe da canção Hawaiian Dream:

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