Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Proteína ativa limpeza cerebral e melhora memória em estudo com ratos

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    Um estudo conduzido por pesquisadores do Baylor College of Medicine, nos Estados Unidos, mostrou que, em ratos geneticamente modificados para desenvolver sintomas semelhantes aos do Alzheimer, o aumento da proteína Sox9 fez com que células cerebrais envelhecidas recuperassem a capacidade de remover resíduos acumulados.

    A investigação, publicada na Nature Neuroscience em 21 de novembro, sugere que estimular esse mecanismo natural de limpeza pode ajudar a reduzir placas beta-amiloides, estruturas associadas ao declínio cognitivo característico do Alzheimer.

    O que é o Alzheimer?

    • O Alzheimer é uma doença que afeta o funcionamento do cérebro de forma progressiva, prejudicando a memória e outras funções cognitivas.
    • Ainda não se sabe exatamente o que causa o problema, mas há indícios de que ele esteja ligado à genética.
    • É o tipo mais comum de demência em pessoas idosas e, segundo o Ministério da Saúde, responde por mais da metade dos casos registrados no Brasil.
    • O sinal mais comum no início é a perda de memória recente. Com o avanço da doença, surgem outros sintomas mais intensos, como dificuldade para lembrar de fatos antigos, confusão com horários e lugares, irritabilidade, mudanças na fala e na forma de se comunicar.

    Os resultados foram observados não apenas em análises laboratoriais, mas também em testes de memória e comportamento, nos quais os animais tratados apresentaram melhor desempenho.

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    Astrócitos voltam à ativa

    O grande destaque do estudo foi o papel dos astrócitos, células que ajudam a manter o equilíbrio do cérebro e participam da comunicação entre neurônios.

    O excesso de Sox9 levou essas células a aumentar a atividade do receptor MEGF10, envolvido justamente na remoção de placas.

    Esse processo fez com que os astrócitos, mesmo envelhecidos, recuperassem parte de sua funcionalidade.

    Segundo o neurocientista Dong-Joo Choi, que participou da pesquisa, essas células passam por mudanças importantes com o avançar da idade, mas o impacto dessas alterações na neurodegeneração ainda não é completamente conhecido.

    Para ele, os novos achados ajudam a esclarecer esse elo e mostram como o cérebro pode tentar compensar os danos provocados pela doença.

    Testes reforçam os efeitos da proteína

    Em um segundo experimento, os cientistas fizeram o caminho oposto e retiraram o gene responsável pelo Sox9. O resultado foi um acúmulo ainda maior de beta-amiloide, piora na memória e astrócitos menos saudáveis. A comparação entre os dois cenários reforçou a importância da proteína na manutenção do ambiente cerebral.

    Choi destaca que o estudo foi conduzido em animais que já apresentavam placas e déficits cognitivos, algo mais fiel ao que ocorre em pacientes diagnosticados com Alzheimer. Essa escolha torna os resultados mais relevantes para a investigação de futuros tratamentos.

    Apesar dos avanços, os especialistas lembram que a doença permanece complexa. Algumas terapias tentam impedir a formação das placas amiloides, enquanto outras miram diretamente nos neurônios. Ainda há incertezas sobre se os aglomerados de proteínas são causa ou consequência da condição.

    Mesmo assim, segundo os autores, o estudo amplia o entendimento sobre os processos envolvidos no Alzheimer e abre espaço para novas abordagens.

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