Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Punho, mão e antebraço: entenda a prática de fisting no sexo

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    Entre as práticas sexuais consideradas extremas, há uma que ainda desperta surpresa, desconforto e até incredulidade: o fisting. Para quem nunca ouviu falar, o termo se refere à introdução do punho — e, em alguns casos, parte do antebraço — no ânus ou na vagina do parceiro. O nome vem do inglês fist, que significa “punho”.

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    Embora seja uma prática existente há décadas em diferentes nichos da sexualidade, o fisting continua envolto em tabus e, sobretudo, em riscos quando realizado sem preparo. O sexólogo Vitor Mello explica que não se trata de uma prática para iniciantes.

    “Para fazer fisting é preciso mais do que desejo. É necessário cuidado extremo, conhecimento do próprio corpo e total atenção aos sinais do parceiro”, enfatiza.

    Segundo ele, a penetração intensa pode causar lesões musculares e lacerações tanto no canal vaginal quanto no anal. “Há risco de danos no esfíncter, o que pode resultar em afrouxamento e, em casos mais graves, até incontinência fecal.”

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    Além do preparo físico, a higiene é ponto crucial. “A mão deve estar bem lavada, sem adornos e com as unhas bem curtas para evitar qualquer tipo de ferimento ou infecção no tecido epitelial”, alerta o especialista. O uso generoso de lubrificante e movimentos lentos fazem diferença não apenas para o prazer, mas também para a segurança.

    Mello reforça que o fisting exige um nível elevado de confiança, comunicação e respeito aos limites. “Cada pessoa tem um limiar diferente de dor e desconforto. A prática só deve acontecer quando há consentimento claro e diálogo contínuo. Quando bem conduzida, pode ser uma experiência intensa; quando feita sem cuidado, pode gerar consequências sérias.”

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