Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Ramagem diz que “lógico que não ia ficar” no Brasil para ser preso

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    O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) afirmou que deixou o Brasil para evitar que suas filhas o vissem ser preso. O parlamentar está nos Estados Unidos e, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, tem um mandado de prisão preventiva contra ele.

    Em entrevista ao canal no YouTube jornalista Allan dos Santos, que também está foragido, Ramagem disse que está morando em Orlando — e não em Miami — e destacou que o processo da trama golpista, no qual foi condenado a 16 anos e um mês por três dos cinco crimes imputados, deveria ser anulado.

    O parlamentar prosseguiu afirmando que Moraes é “violador dos direitos humanos” e que deixou o país porque não queria que as filhas presenciassem sua prisão. Ramagem ressaltou que não fala com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “há muito tempo” e que permanecerá nos EUA para “ajudar os exilados que estão aqui” — referência ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

    “É lógico que eu não ia ficar no Brasil, com as minhas filhas me vendo ser preso sem ter cometido crime algum e sendo submetido a uma ditadura. Consegui sair para não expor minha família a essa violência. Hoje estou seguro aqui, com a anuência do governo americano, diante de uma perseguição grave — e só ao longo do tempo o país vai entender os porquês disso tudo”, disse.

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    Ramagem afirmou ainda que foi bem recebido pelas autoridades americanas e que não sabe por quanto tempo permanecerá nos Estados Unidos. “Minha família está aqui, inclusive. E o que eu posso te dizer é que as autoridades americanas me receberam muito bem, e foi expressamente o que eles falaram: ‘É muito bom ter um amigo a salvo aqui com a gente’. Então essa pequena frase já ilustra tudo”, afirmou.

    O deputado tinha medidas cautelares impostas pelo STF, como a proibição de se ausentar do país e a determinação de entregar todos os passaportes (nacionais e estrangeiros), em razão das investigações contra ele.

    Fuga

    Investigadores da Polícia Federal (PF) consultados pelo Metrópoles apuram como ocorreu a saída do parlamentar do Brasil. O que se sabe é que ele não está no país desde setembro e que se deslocou até Boa Vista (RR).

    A PF trabalha para esclarecer se o deputado deixou o Brasil pela Venezuela ou pela Guiana Francesa, que fazem fronteira com a capital roraimense, antes de seguir rumo aos Estados Unidos.

    O deputado tem passaporte diplomático ativo e válido até 2027. Até o momento, o STF não indicou se a cautelar que o impedia de deixar o Brasil foi derrubada para permitir a viagem aos EUA.

    A ordem de prisão determinada por Moraes não está relacionada à eventual fuga do parlamentar, apesar do pedido do PSol para que Ramagem fosse preso com base em reportagem do site PlatôBR.

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