Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Regulamentação de créditos para concessões florestais aquece mercado

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    Entre os desafios recentes que o Brasil vem enfrentando na relação entre economia e transição climática, um dos principais é o estabelecimento de um mercado de carbono.

    Diante desse quadro, em meados de outubro passado, o Governo Federal emitiu dois decretos que tratam do tema, sendo um deles sobre os projetos de conservação e restauração de florestas públicas e outro com a criação da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono (Semc), ligada ao Ministério da Fazenda.

    As publicações feitas no Diário Oficial da União são vistas com bons olhos por especialistas ligados ao assunto.

    No caso do decreto presidencial, permite que empresas, cooperativas e associações de comunidades locais escolham entre metodologias internacionalmente reconhecidas como certificar créditos de carbono gerados nos próprios projetos.

    “O mercado de carbono é um motor de arranque da transição ecológica, e a complexidade da lei brasileira passa a ser facilitada com o novo decreto. Isso aquece o mercado”, avalia Gabriela Savian, diretora de políticas públicas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

    Ainda segundo Savian, a nova regra ajuda a remover incertezas dos investidores diante de uma legislação complexa como a brasileira.

    “O decreto diz que passa a não haver impeditivo da escolha de metodologia para os projetos de carbono. Isso dá claridade e integridade aos processos que envolvem florestas públicas e é um importante esforço do Governo Federal no contexto da COP30”, afirma, referindo-se à conferência do clima da ONU que está ocorrendo em Belém.

    A curta normativa, de apenas dois artigos, modifica o decreto que regulamenta a Lei de Gestão de Florestas Públicas, apontando que, na ausência de normas específicas, os concessionários poderão adotar padrões de certificação reconhecidos globalmente para os projetos de REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal).

    “Apesar do decreto apontar isso, já há uma norma de maio deste ano que dá um guia de diretrizes, bem amplo, mas que não tem uma metodologia clara. O novo decreto é importante também por buscar claridade e integridade dos projetos, já que estamos tratando de florestas públicas, muitas delas com povos locais que estão muito ligados a essa dinâmica”, pondera Gabriela Savian.

    De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a flexibilidade “permitirá que projetos de concessão florestal, tanto de manejo sustentável quanto de restauração, possam gerar créditos de carbono de forma mais célere e estruturada”.

    A pasta ressalta, no entanto, que a medida não abre mão da observância das regras nacionais para o reconhecimento e a transferência
    internacional desses créditos, que serão supervisionados pela Comissão Nacional para REDD+, instituída em 2023.

    Já a criação da Semc, sob o comando da economista Cristina Reis, é vista também como um estímulo ao crescimento do mercado de descarbonização do país.

    Entre os trabalhos previstos para a Secretaria Extraordinária estão a elaboração de critérios para o reconhecimento de créditos de carbono, as regras de monitoramento do mercado e a criação de um banco de dados para registro dos créditos ativos.

    A especialista do Ipam também enxerga uma convergência nas recentes ações do Executivo. “As medidas do governo, conversando ou não, indicam que estão seguindo no mesmo caminho. E o maior desafio hoje é manter as emissões de carbono o mais baixo possível, próximo de zero. Instrumentos como este são fundamentais para que o Brasil cumpra suas metas.”

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