Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Rubio diz que ação no Caribe e no Pacífico são “em defesa dos EUA”

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    O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as ofensivas norte-americanas no Caribe e no Oceano Pacífico, que deixaram mais de 70 mortos, são realizadas “em defesa” de seu país. Nessa quarta-feira (12/11), em entrevista após a cúpula do G7 no Canadá, Rubio declarou que o hemisfério norte sofre “ataque de narcoterroristas” e acrescentou que a União Europeia (UE) não pode determinar o que é direito internacional.

    “Não creio que a União Europeia tenha o direito de determinar o que é direito internacional, e certamente não tem o direito de determinar como os Estados Unidos defendem sua segurança nacional. Os Estados Unidos estão sob ataque de narcoterroristas do crime organizado em nosso hemisfério, e o presidente está respondendo em defesa do nosso país”, afirmou.

    A declaração acontece após alguns países da UE e a Organização das Nações Unidas (ONU) acusarem os EUA de violarem o direito internacional com os ataques marítimos que resultaram em dezenas de mortos. As nações argumentam que combater o narcotráfico é uma questão de aplicação de lei e deve ser cumprida com base nos limites rigorosos do uso da força letal.

    Rubio insistiu que os EUA operam no Caribe e no Pacífico para impedir uma suposta rota marítima de drogas e que, se o regime “narcoterrorista” de Maduro parar de enviar embarcações com drogas, as ofensivas se encerram.

     “Veja bem: esta é uma operação antidrogas. O presidente ordenou em defesa do nosso país. Ela continua. Está em andamento. Pode parar amanhã se eles pararem de enviar barcos com drogas. O regime de Maduro é um regime narcoterrorista, indiciado no Distrito Sul dos Estados Unidos por narcoterrorismo, mas, mais importante, também é uma organização de transbordo que permite que esses grupos operem a partir de seu território nacional”, disse.

    Maior porta-aviões do mundo próximo à Venezuela

    O maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, chegou ao Comando Sul dos Estados Unidos, no Oceano Atlântico, ao lado da América Latina em meio à escalada de tensões com a Venezuela. Na entrevista, Rubio partiu do pretexto de agir em defesa do hemisfério, citando novamente o narcotráfico.

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    “Acho interessante que todos esses países queiram que enviemos e forneçamos, por exemplo, mísseis Tomahawk com capacidade nuclear para defender a Europa, mas quando os Estados Unidos posicionam porta-aviões em nosso hemisfério, onde vivemos, isso de alguma forma se torna um problema”.

    Desde agosto, os EUA empreendem ofensivas navais com navios de guerra montando um “cerco” próximo à Venezuela, em águas internacionais do Caribe, sob a justificativa de combater o narcotráfico.

    Com suporte de caças F-35 que monitoram a região, os EUA bombardeiam embarcações na rota marítima e já mataram mais de 70 pessoas, alegando que são “narcoterroristas”. O argumento de impedir o tráfico internacional é usado desde o início  das ofensivas, quando Maduro foi classificado como chefe do Cartel de Los Soles.

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