Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Trump sobe o tom contra Maduro e “fecha” o espaço aéreo da Venezuela

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Donald Trump subiu o tom contra Nicolás Maduro e declarou o espaço aéreo da Venezuela como “totalmente fechado”. A declaração do presidente dos Estados Unidos, que sinaliza a possibilidade de operações aérea norte-americanas no país, foi divulgada neste sábado (29/11).

“A todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas, por favor, considerem o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela totalmente fechado”, escreveu o líder norte-americano em uma publicação na rede social Truth.

O presidente dos EUA não deu maiores detalhes sobre a declaração. Ela, no entanto, coincide com a movimentação militar norte-americana na América Latina e Caribe — e com ameaças contra Maduro.

Na quinta-feira (27/11), Trump já havia declarado que ataques por terra na Venezuela poderiam acontecer em um futuro próximo, como parte da campanha dos EUA contra o tráfico de drogas na região.

Contestado por parte da comunidade internacional, Maduro e figuras ligadas ao alto escalão do regime chavista têm sido os principais alvos das ameaças vindas de Washington.

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Em julho deste ano, o presidente da Venezuela foi apontado como o chefe do cartel de Los Soles pela administração Trump, recentemente classificado como organização terrorista internacional pelos EUA. Mudança que também atingiu outros grupos, e abriu brechas para operações militares norte-americanas em outros países, sob a justificativa do combate ao “narcoterrorismo”.

Desde então, navios de guerra, um submarino nuclear, caças F-35, e o maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford foram deslocados para a América Latina, onde a operação militar Lança do Sul foi lançada em 13 de novembro. 

Nos últimos meses, o Pentágono anunciou 22 ataques contra embarcações, supostamente envolvidas no transporte de drogas nas águas do Caribe e Oceano Pacífico. Provas concretas da ligação entre as embarcações e o tráfico internacional, contudo, não foram divulgadas pelos EUA.

Enquanto os recentes ataques se concentram apenas no mar, fuzileiros navais norte-americanos posicionados em instalações militares na América Latina ensaiam uma possível operação por terra na região. Entre os exercícios, divulgados pelo Comando Sul dos Estados Unidos (SOUTHCOM) estão: infiltração, desembarque de tropas, guerra na selva e voos com caças.

Apesar das alegações de Trump, a ofensiva dos EUA é vista com pelo governo venezuelano como uma tentativa de interferência no país. Por isso, Maduro também iniciou uma mobilização massiva na Venezuela, e já declarou estar pronto para lutar contra o que classifica como “ameaça imperial”.

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