Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    A reação de Lira à operação da PF contra sua ex-assessora

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    O ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) reagiu com indignação à operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (12/12) que teve como alvo uma ex-assessora sua.

    Alvo de um mandado de busca e apreensão, Mariângela Fialek, mais conhecida como “Tuca”, foi braço direito de Lira quando ele presidiu a Câmara. Ela controlava a planilha do orçamento secreto.

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    Mariangela Fialek, a Tuca, braço-direito de Arthur Lira

    Reprodução/Rede sociais2 de 3

    Mariângela Fialek, ex-assessora de Arthur Lira

    Pablo Valadares/Câmara3 de 3

    Deputado Arthur Lira

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

    Em conversas com aliados, Lira criticou o fato de a operação ter sido realizada no dia do aniversário de Tuca. Segundo relatos, ele negou irregularidades e disse que indicar emendas não é crime.

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    O ex-presidente da Câmara admitiu a aliados que Tuca é sua amiga, mas lembra que ela é concursada da Casa e tem perfil “técnico”. Atualmente, ela está lotada na liderança do PP, sigla de Lira.

    Por indicação do deputado, Tuca também acumulou cargos no Executivo. Entre eles, de conselheira fiscal da Codevasf e da Caixa Econômica Federal, onde a assessora atuou até abril de 2025.

    Em conversas com aliados na sexta-feira, Lira avaliou ainda que a operação da PF, autorizada pelo ministro Flávio Dino, seria uma reação do STF à ofensiva do Congresso contra a Corte.

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