Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Bolsa dispara e bate 3º recorde na semana com juros nos EUA. Dólar cai

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    O dólar registrou leve queda de 0,04%, cotado a R$ 5,31, nesta quinta-feira (4/12). Por ser pequena, a variação indicou estabilidade da moeda americana frente ao real. O Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), caminhava para bater o terceiro recorde seguido da semana. Às 16h45, ele subia 1,48%, alcançando a marca inédita de 164.149,02 pontos.

    Na avaliação de analistas, a perspectiva de um novo corte de juros nos Estados Unidos, na próxima quarta-feira (10/12), continua exercendo forte influência nos mercados de câmbio e de ações. No Brasil, as estimativas de redução da taxa básica, a Selic, voltaram-se para janeiro, embora declarações recentes do presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, não corroborem tal previsão.

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    Na avaliação de Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, a cotação do dólar no Brasil acompanhou a dinâmica global, em linha com o comportamento de outras moedas emergentes, como o peso mexicano (queda de 27%) e o peso chileno (leve baixa de 0,04%).

    Para Rubens Cittadin Neto, especialista em renda variável da Manchester Investimentos, o Ibovespa atingiu novo recorde, embalado pelas apostas de cortes de juros nos EUA. Ele observa, porém, que as “empresas também estão pagando dividendos maiores para fugir da tributação”. “Isso tem impulsionado a Bolsa também”, diz.

    Seguro-desemprego

    Nesta quinta-feira, os investidores também acompanharam a divulgação de novos dados sobre a economia americana. De acordo com o Departamento de Trabalho dos EUA, os pedidos de seguro-desemprego recuaram para 191 mil na semana encerrada em 29 de novembro. O número representou uma queda de 27 mil frente a semana anterior. Ele também ficou abaixo da expectativa do mercado, que projetava 221 mil solicitações.

    A informação reforçou a tese de corte iminente de juros nos EUA. Isso porque ela sinaliza um enfraquecimento do mercado de trabalho, o que pode levar a uma baixa da inflação. Tal cenário pode incentivar o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) a reduzir a taxa para estimular a economia e, com isso, evitar o risco de uma recessão.

    PIB no Brasil

    No cenário interno, os investidores acompanharam a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ele subiu 0,1% no terceiro trimestre deste ano em relação ao segundo trimestre. A taxa ficou abaixo da estimativa dos agentes econômicos que previam alta de 0,2%. O crescimento foi de 1,8% em relação ao terceiro trimestre de 2024.

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