Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Casas Bahia, Pão de Açúcar, Raízen: as ações que viraram pó na B3

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A vida do brasileiro que investe não está nada fácil. Além da crise recente com a liquidação do Banco Master, que impactou diretamente no mercado de CDBs, ações de grandes empresas literalmente viraram pó nos últimos anos.

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Só para se ter uma ideia do tamanho das perdas, quem investiu R$ 100 no Grupo Pão de Açúcar (GPA), quando a multinacional abriu o mercado no Brasil, em 2015, tem hoje apenas R$ 6. Uma queda de 94%. Isso sem considerar a inflação no período.

Se considerarmos a inflação, a situação é ainda mais chocante. O valor corrigido dos mesmos R$ 100, lá em 2015, é R$ 181,43. Assim, a perda real chega a R$ 175.

E o caso do GPA está longe de ser o único. As ações das Casas Bahia despencaram 96% desde que a varejista entrou na Bolsa de Valores. Em 2012, quando estreou, os papéis custavam R$ 109. Em 2020, chegou a valer R$ 443. Hoje, a ação é vendida por R$ 3,36.

Considerando a inflação do período, a ação deveria custar hoje R$ 273,29. Assim, o valor perdido chega a R$ 269,89.

A Raízen, que atua na produção de etanol e açúcar e na distribuição de combustíveis, produtos e serviços por meio da marca Shell, por sua vez, caiu 63% em 2025. Desde que entrou na Bolsa, em 2021, a queda foi de 88%.

O preço da ação da Raízen começou em R$ 7,10 e está em R$ 0,85. Considerando a inflação, o valor corrigido no período é de R$ 8,98. Uma perda real de R$ 8,13.

Já a mineradora Braskem caiu 45% desde o IPO, em 2006. A ação valia R$ 15,18. Chegou a R$ 67,20 em 2021, hoje é negociada a R$ 7,96. Corrigido pela inflação do período, a ação custaria R$ 53,68, uma perda real de R$ 47,57.

A Cosan, que controla empresas de vários setores, inclusive a Raízen citada acima, já teve ações negociadas a R$ 26, em 2021. Hoje, o mesmo papel custa R$ 6,28. Desde o IPO, em 2005, no entanto, o preço da ação subiu R$ 322%. Era vendida por R$ 1,54 e hoje é comercializada a R$ 6,50.

Confira a tabela:

 

 

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